Prive Contos Eróticos – Arthur – O melhor amigo da minha irmã

Conheci Arthur numa ceia de natal, apresentado pela minha irmã, dizia ele ser seu melhor amigo, que não tinha família na cidade e por isso o convidou para ficar com a gente.

Em um primeiro momento aquela sensação de sentimento se tornou algo estranho, afinal era eu tendo situações por outro cara, me sentia totalmente diferente, diziam então que poderia ser amor, mas este tal amor à primeira vista me surpreendia.
Antes diz uma análise, afinal poderia ser o namorado da minha irmã, mas se fosse ela já haveria me contato afinal éramos confidentes e tal, nunca que Jessica iria me esconder um amor, mas preferia esperar, então ela veio até mim perguntando o que tinha achado dele, falei que normal, mas não era isso que meu coração queria dizer.
Aquele rapaz de 18 anos, corpo normal, olhos verdes e jeito simples me fazia se sentir estranho ao lado dele, era algo inexplicável e imutável, mas com o tempo entendi o que estava acontecendo.
Depois daquele jantar resolvemos trocar facebook, conversas que se tornaram bacana e a confirmação de que eles não eram namorados, afinal minha mana estava apaixonado por um carinha ai; e eu por Arthur; sim chequei a esta conclusão, o garoto aqui apaixonado por outro garoto.
Confesso ao leitor que a sensação era de me chocar pois eu realmente sentia atração por meninos desde criança, mas algo real nunca, até troquei caricias na infância com um primo meu, mas nada além disso.
Aquelas conversas foram além, ele parecia curtir e tal, mas descolado e entendido, eu com medo dele contar pra minha irmã; logo o convite para um passeio no parque, me arrumei todo, parecia uma criança feliz a encontrar algo especial, perfume ao extremo e é claro coração a mil.
Ao ver ele de frente comigo a mesma sensação do primeiro encontro, era extremamente simpático, entendido e lindo, então abaixo de uma arvore ele me perguntava se já havia saído com garotos, eu dizia que estar ali com outro rapaz a não ser um encontro de amigos seria realmente estranho, mas que isso me cativava me chamava a atenção.
Então veio o primeiro beijo, era doce, estranho, veio o abraço e pegada no cabelo.
Era eu beijando a boca de outro macho, era eu me entregando a um garoto que me cativava, parecia que nunca isto haveria de acontecer mas era muito gostoso. Lábios carnudos e pele macia, eu tremia é claro, meu mastro estava totalmente duro encontrando a ele, beijos e beijos de língua.
Nossa ir pra cama com aquele rapaz seria apenas um bônus de uma noite incrível que tive, papos e caricias, abraços e respeito, tudo isto traduzido em um garoto diferente dos demais.
Ao chegar em casa aquele sentimento de descoberta, aquela vontade de estar ao lado dele, e as lembranças do encantamento, acho que é esta a palavra correta; estava eu encantado por outro rapaz, Jessica falava comigo e eu nem ai, queria mesmo é sentir mais e mais de tudo aquilo;
Nosso contato se tornou algo mais frequente, eu parecia aqueles meninos bobos vivendo uma primeira paixão, me sentia flutuando e a cada instante buscava entender e me entender.
Depois de um dia intenso de muito trabalho ao chegar em casa recebo um whatsapp; era Arthur me chamando pra passar a noite com ele, eu sorria à toa, marquei pras 10 da noite, ele me disse iriamos a uma chácara de sua família, distante da cidade uma hora, pois estava vazia, afinal segundo ele era usado para comemorações e finais de semana. Topei na hora
O local era lindo, uma paisagem sobrenatural, porem o prazer falava mais alto, beijos e caricias deduziam o prazer de uma noite de sexo, estava com medo de tudo isso, mas a vontade deste medo estava além.

Um gostoso vinho, e um clima romântico que começava a tornar o sexo real, era assim naquela cama, daquele belo e decorado quarto, logo o clima era de desejo, beijos e pegação.
Arthur era respeitoso, mas também prazeroso, sua beleza me chamava a atenção, aquele mastro já era acariciado por mim, via nele um jeitão gostoso demais, em momentos já estávamos pelados e seu corpo era delicioso, sua boca macia, seu sexo enorme e eu, com meu cuzinho ainda virgem doido pra sentir o desejo se tornar verdadeiro.
Ele me beijava muito, tocava em cada detalhe do meu corpo, me acariciava, mandava então eu chupar seu cacete grosso, cabeçudo e suculento, era delicioso demais e acima de tudo prazeroso demais, vi em filmes pornôs porem nunca havia feito aquilo, estava diante de meus lábios uma rola a ser sugada, ele pegava em meu cabelo e me fazia mamar, dizia palavras e eu parecia em transe e nem muito importava.
Comecei vagarosamente a chupar, tinha um gosto estranho e mal cabia na minha boca, mas eu tentava, ele me forçava a engolir e eu meio resabioso tentava gostar daquilo
Chupava cada centímetro de sua pica, degustava e lambia suas bolas, meio que sem jeito aprendia a satisfazer meu homem, mas queria mesmo e sentir aquele mastro dentro de mim, seu sexo, seu cheiro e sua forma de meter, afinal ter tudo aquilo dentro de mim seria um desafio ao prazer.
Arthur me pedia pra ficar deitado de bunda pra cima, logo obedeci e estava ele, me massageando, fazendo caricias em meu corpo enquanto sua língua caminhava pela minha nuca, pela minha orelha, era um sexo além do momento, ele descia sobre minhas costas, me beijava, mordia minha bunda e abrindo com as mãos chegava no meu cuzinho.
Ali sentia sua língua passear, era um prazer nunca sentido antes, ele caminhava com sua língua no meu cuzinho e eu rebolava e gemia
-Se com a língua é prazeroso assim, imagina com aquela rola?
Era uma sensação sem limite do prazer, logo colocava na entrada do meu cuzinho seu cacete, que por minutos descia diante do meu cuzinho, me mandando ficar calmo, ele mesclava palavras com beijos, era uma dor terrível.
Meu cuzinho parecia estar sento rasgado, aquele cacetão entrava devagar, mas o estrago era grande, eu no primeiro momento não conseguia sentir nenhum prazer, somente dor, ele me acariciava, em fim tinha toda a rola dentro de mim, eu me sentia com algo me atravessando ao meio.
Ficamos parados por minutos, então que o vai e vem gostoso começa, ai sim começo também a curtir tudo aquilo, cada estocada na minha bunda era uma sensação, ficando aos poucos mais e mais fortes, até que logo virou um sexo rápido e suado. Meu corpo parecia estar respondendo bem aquele sexo anal, minha mente parecia livre e seu beijo me acalmava.
Cada momento que aquilo entrava e saia de dentro de mim meu corpo respondia em prazer, era calor e sexo, beijos e amor, era sentimentos demais a ser traduzido de uma forma sem explicação.
Agora não estava mais deitado pois ele me colocava de quatro, ele em pé e eu com tudo aquilo dentro de mim, socadas gostosas, momentos de descobertas em que via estrelas, ele batia na minha bunda, me chamava de puta, biscate, vadia e eu dando o cu lindamente.
O garoto que antes se escondia saia com o amigo da sua irmã e dava o cu gostoso, era fodido e arrombado por uma pica grossa de 19 centímetros e gemia feito vadia mesmo.
O garoto dito pegador pela família virava de fato um viado, de comedor de buceta a aquele que aprendia a dar o cu; sexo sem limites ao prazer.
Ao mesmo tempo que era atolado eu me punhetava, gemia e queria mesmo e ter sua goza dentro do meu anelzinho antes virgem agora aberto.
Ele socava com muita força, suava e dizia alto que iria gozar, em segundos sento jatos quentes de porra entrar dentro de mim, era uma sensação estranha e eu em segundos também manchava aquele lençol, gozava em tudo, como nunca antes.
Era um sexo diferente e proibido, acho que foi por este motivo que sempre me senti assim, com vontade mais com medo, mas naquela cama descobri que o medo era apenas o detalhe, o prazer estava diante da minha vontade e do meu primeiro passo.
Vinho, beijos, pegação e mais e mais SEXO; assim foi a minha noite com Arthur a quem depois me surpreendeu chupando minha pica, me fazendo gozar em sua boca, me fazendo se sentir livre na cama, livre na VIDA.
Ao leitor deixo a mensagem de TENTATIVA; se desafie e diante da dúvida siga seu instinto e não seus medos, pois se desafiar vai além de fazer escolhas.
FIM
Autor Escritor Danyel
[email protected]
www.escritordanyel.blogspot.com

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