Prive Contos Eróticos - Vida nova – Aprendiz de mecânico


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Prive Contos Eróticos – Vida nova – Aprendiz de mecânico

Meu nome é Gilmar tenho 39 anos sou moreno escuro, cabelos e olhos castanho escuro, braços fortes, peito com um pouco de pelos, corpo normal sem barriga, mecânico. Minha iniciação sexual como a maioria dos homens começou com troca troca entre amigos, fiz varias chupetinhas na época mas depois de um tempo e iniciar namoro com mulheres nunca mais me envolvi com homem, me casei porem descobrimos que não posso ter filhos. De inicio minha mulher disse que não havia problemas o tempo passou e minha mulher de repente mudou começou a sair mais para a casa de amigas, ir para hap haurs depois do trabalho, não me importei, pois ela ficou mais alegre mais divertida menos controladora também. Meses depois ela me disse que estava grávida conversamos com um medico e ele disse que era raro, mas possível de toda forma resolvi fazer um exame de DNA assim que a criança nasceu e infelizmente descobri que o filho da minha esposa realmente não era meu. Minha esposa acabou me confessando seu caso com o filho do patrão ate tentei perdoar mas não deu e nos separamos mudei de cidade pois não agüentava mais ficar ali com todos me olhando, fofocas, risos, e chacotas montei minha oficina mecânica na frente da minha nova casa e iniciei os trabalhos pensei que demoraria um pouco para os clientes começarem a vir mas devido ter poucas oficinas mecânica na cidade em pouco tempo ja tinha minha freguesia foi rápida também minha socialização no lugar pessoas gentis e hospitaleiras.

Meses depois que havia inaugurado a oficina um de meus primeiros fregueses me perguntou se eu não poderia empregar seu filho, disse que não poderia pagar muito, a final estava começando novamente Osvaldo disse não ter problema apenas queria que o filho começasse a trabalhar, pois o primeiro emprego é mais difícil alem do mais seria ótimo para ele aprender uma profissão combinado o salário, horário e as funções do rapaz chamei o para conversar e o contratei. Murilo era um rapaz de 18 anos franzino cabelos castanho claro quase loiro, olhos esverdeados, branquinho, tímido de começo e muito estabanado nunca tinha visto igual quase desisti, porque ele estava sempre esbarrando em algo derrubando, deixando cair as coisas mesmo segurando, parecia que tinha óleo nas mãos, mas mesmo assim ele me ajudava em alguma coisinha, aprendeu fazer algumas coisas sozinho, me fazia companhia, eu ficava muito só e suas atrapalhadas acabava me fazendo rir, suas historias seu sorriso ingênuo sua carinha de assustado ou de “fiz merda” quando deixava as coisas cair eu já nem ficava bravo mais acostumei com seu jeito estabanado e passei a me divertir.
O tempo passou Murilo e eu estávamos nos entendendo melhor a cada dia, o garoto apesar de desajeitado aprendia rápido, tinha uma boa memória, em pouco tempo já sabia o nome de todas as ferramentas, já sabia fazer algumas coisas na oficina e me fazia bem telo por perto. Porem tanta proximidade e falta de uma companheira começou a me fazer ter pensamentos estranhos, ver Murilo com outros olhos, principalmente quando ele ia com uma jardineira sem camisa, ficava tão bonito, meu pau começou a endurecer quando eu o via assim, me excitava quando o via inclinado arrumando algo deixando sua bunda virada para mim, e não sei se foi impressão minha, mas o pegava olhando para mim de uma forma diferente também as vezes e logo desviava o olhar, aquela situação começava a me incomodar, ele era um rapaz eu era um homem mais velho e seu patrão não podia ter aquele tipo de pensamento por ele.
Era um dia chuvoso depois do almoço terça feira, movimento fraco fim de mês, bateu um sono acabei dormindo no sofá que tinha na oficina, de repente escuto um barulho estranho levanto e procuro de onde vem aquele gemido. No fundo da oficina escondido atrás de algumas prateleiras encontro meu aprendiz de mecânico folheando uma revista e vez ou outro parava colocava ela aberta em determinada pagina e se masturbava, fiquei de longe olhando e não acreditei, me excitei de imediato e tentando não fazer barulho me aproximei ate chegar bem perto me espantei ainda mais ao ver que tipo de revista meu funcionário olhava e se deliciava, era uma revista erótica de homens pelados, meu pau pulsava dentro da calça. Após gemidos e algumas punhetas o garoto abaixou de vez a calça molhou os dedos com saliva e socando um dedo no cu e batendo punheta com a outra mão começou a gemer mais alto e alem de gemidos começou a falar algumas coisas entre elas meu nome e como se estivesse falando comigo me pedia para meter em seu cuzinho, come lo forte, não parar, tentando encontrar uma posição melhor Murilo acabou se virando para meu lado me viu e se assustou, foi para trás , tentando se cobrir pegar a calça, esbarrou nas prateleiras derrubou as coisas caiu no chão, pedia desculpa, dizia que estava envergonhado e implorava para que eu esquecesse tudo aquilo e nunca, jamais em hipótese alguma contasse ao seu pai, que fazia tudo, qualquer coisa, trabalharia de graça, melhoraria seu jeito não seria mais estabanada nunca mais derrubaria nada se eu não o entregasse.
Cheguei perto, ajudei o a se levantar tentei limpar algumas coisas que tinha caído sobre ele e sem dizer uma palavra o abracei, forte trazendo o para junto de mim, queria sentir seu corpo junto ao meu, ele tremia de medo, vergonha e tezão também, pois seu cacete que havia murchado já dava sinais de vida novamente. Então perguntei em seu ouvido:
_ Você gosta mesmo deste tipo de coisa?
_ Hum rum _ Foi as resposta.
_ E quer fazer mesmo o que disse comigo? quer que eu coma seu cuzinho?
_ Sim, quero muito.
Virei ele de costas para mim, coloquei o apoiado em uma mesa, abri um pouco suas pernas pedi para que empinasse bem sua bundinha, abri suas nádegas e pude ver seu pequeno orifício um pouquinho aberto pela introdução de seus dedos piscando, lambi passando minha língua de baixo para cima retirando suspiros do meu empregado, então enfiei minha língua babei cuspi em su cu e enfiei mais minha língua o quanto consegui, que cu gostoso, que bundinha lisinha era aquela que tesão louco estava sentindo
_ Mais mais hummmm, que delicia chupa mais, aiiiiiii que delicia de língua Gil – Dizia entre gemidos Murilo.
Tirei toda minha roupa, lambi suas costas, beijava sua orelha e pescoço enquanto o sarrava, assava minha rola dura e pulsante em seu rabinho faminto. Joguei um lençol velho no chão que eu já havia deixado ali para futuramente usarmos para limpar algo, depois de beijar aquela boquinha pequena e gostosa coloquei Murilo deitado de lado me deitei atrás dele e posicionei minha rola na sua entradinha segurando uma de suas pernas para cima e fui enfiando, Murilo gemeu um pouco mais auto perguntei se estava doendo ele disse que um pouco mais não queria que eu parasse que me queria naquele momento ali dentro dele, ser seu macho, aquelas palavras me enlouqueceram enfie tudo Murilo gritou , o abracei e beijei seu pescoço, depois de alguns minutos comecei a meter, nossa que cusinho gostoso, quentinho e apertado, Murilo gemia e pedia mais, dizia que me amava que desde que me viu queria dar pra mim que eu era seu macho, aquilo me acendia, levantava minha auto estima, me deixava mais excitado, me fazia meter mais e mais rápido, levantei encaixei Murilo em mim novamente e o comi de pe de frente para mim segurando em meu pescoço sempre quis comer alguém assim,Murilo com seu lindo sorriso agora mais safado me beijava e gemia, estávamos suando, escutava seus gritos dizendo meu nome cada vez mais auto, mais auto….
_ Gil, Gil? Gillllllllllll!!!!!!!!!! Acorda Gilmar, seu Adonias da padaria veio perguntar se a caminhonete ta pronta que ele precisa ir pegar o leite amanha cedo.
_ Ham ? Caminhonete? Seu, Seu Adonias? haaa a caminhonete do seu Adonias!
_ Isto a caminhonete do seu Adonias, e ai ta pronta?
_ Sim acabei hoje antes do almoço vou pegar as chaves.
_ Hum tava sonhando o que em Gil? Pelo volume acho que a pergunta era com quem ne? Kkkkkk
_ Deixa de ser fofoqueiro e de olhar meu volume também e vai caçar o que fazer moleque!
Peguei as chaves entreguei o carro para o freguês e voltei a trabalhar, foi apenas um sonho, um delicioso sonho, percebi que Murilo não tirou o olho de mim o resto do dia e ficou com um certo volume entre as pernas tentei disfarçar e fingir não ver ainda não sei o que faço, se devo ou não e so pai dele o que fará quando descobrir, moramos em uma cidade relativamente pequena isto será um escanda lo perderei meus fregueses, seremos apontados na rua, não quero isso para mim nem para Murilo mas meu desejo esta cada dia maior não sei se agüentarei mais por muito tempo, terei que tomar uma decisão talvez ate demitir Murilo ou me entregar de vez a este sentimento de uma forma escondida que não atrapalhe nenhum de nos.

 

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