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Prive Contos Eróticos – (Incesto) – Trepei na Praia com o meu Primo Modelo Gostoso Dotadão

 Desde pequeno, eu gostava de frequentar a casa da minha tia. Ela sempre me recepcionou com muito carinho, atenção e amor. Minha tia é divorciada, mãe de três filhos, mas apenas um mora em sua casa: meu primo Douglas. Quando crianças, Douglas e eu éramos muito unidos, mesmo ele sendo quatro anos mais velho do que eu e seus dois irmãos serem de idade mais próxima da minha. Brincávamos juntos, estudávamos na mesma escola, eu passava minhas férias na casa dele (e vice-versa), realmente melhores amigos.
Então, minha tia se mudou e Douglas começou a frequentar outra escola. Perdemos o contato. Por um longo período, não o vi.

E foi aos 16 anos que fui, depois de muito tempo, a casa de Douglas. Ele não se encontrava, pois estava trabalhando. Perguntei a minha tia no que ele trabalhava e ela me respondeu:


– Ele é modelo.

O interesse em meu primo que era apenas afetivo, de amizade e companheirismo se tornou selvagem, sexual. Na infância, eu nunca havia olhado para ele, analisando sua beleza, mas agora estava óbvio que ele teria que ser, no mínimo, lindo e ter um corpo perfeito para essa profissão.



Não podia demorar na casa da minha tia, por isso, deixei um telefone para contato e prometi visitá-la mais vezes.

Alguns dias depois, meu celular tocou e era um número desconhecido. Mas a voz grossa e sexy do outro lado da linha não me deixou desligar:
– Alô, é o Eduardo?
– Quem gostaria?
– É o Douglas, tudo bem?
– Oi, Douglas, quanto tempo!

Uau, que voz! Bom, papo vai, papo vem, combinamos de sair aquela noite. Íamos a uma balada.


Chegando na balada, demorei até encontrá-lo, pois não sabia como ele estava fisicamente. Até que um rapaz alto, de pele clara, cabelos pretos bagunçados, barba e bigode por fazer, com um rosto e um sorriso encantador, além de um corpo forte no ponto certo, vestindo uma camisa xadrez e uma calça justa acena para mim. Era Douglas, no auge de seus 20 anos, meu primo gostoso. Eu adorava aquela família!

– E aí, Douglas, beleza? Está bonitão, em?! – eu disse do jeito mais hétero possível.
– Edu, caramba, você cresceu demais! – e me abraçou. Que cara cheiroso! Depois bagunçou o meu cabelo e completou – Você também está um gatão! Vamos entrar?

Não era total exagero. Eu me achava bonito e as garotas (e os garotos) confirmavam minha opinião: Meu cabelo cortado curto, meu rosto sem espinhas, meus olhos escuros, meus óculos quadrados e os primeiros músculos (resultado da minha recente entrada na academia) me davam o ar do que chamavam de “nerd sexy”.

Entramos naquela boate e nos encontramos com os amigos de Douglas. Eram homens e mulheres estonteantes, tão lindos e perfeitos que pareciam terem saído de revistas e da TV. Todos foram supereducados comigo. Acabei ficando com uma das amigas dele, por vontade própria. Uma mulata deliciosa.



Enfim… Douglas e eu saímos da balada e marcamos de ir ao cinema no outro dia. E assim, fomos nos reaproximando.

Dois anos mais tarde, éramos melhores amigos novamente. Eu com 18, Douglas com 22. E eu ainda tinha muito interesse nele. Conversávamos francamente. Então surgiu uma curiosidade:
– Douglas, como é o mundo dos modelos… sobre sexo?
– Ah, é uma zona, cara. Tem empresário pegando modelo, estilista com estilista, homem com homem, mulher com homem, mulher com mulher, tem de tudo. 
– Com modelos, você já ficou? 
– Sim!
– E modelos homens?
– Bem, também. 
– E como foi?
– Sei lá. Com a maioria era somente beijos. No máximo, um boquete. Apenas com um cara rolou sexo, mas só por uma semana. Ele era de outra cidade, nunca ia dar certo. Por quê?
– Só curiosidade. 
Não sei se Douglas suspeitou de algo, pois nada disse.
Mas a partir daquele dia, eu sabia que tinha chance com ele. Ele era da família, ok, mas era primo e eu não queria me casar com ele. Sexo, putaria e todo aquele corpo pra mim por algum tempo. Só isso. Nada de mais.
Naquela semana, Douglas me convidou para vê-lo em um ensaio fotográfico que ele ia fazer na praia para enriquecer seu book, mas nada muito profissional. Porém, o ensaio ia ser com Douglas de cuecas e sungas. Meu pisca-alerta se acendeu: Ia ser realmente difícil apreciá-lo seminu e não expressar reações homossexuais. Eu me recusei de início, mas Douglas insistiu, dizendo que seria tudo mais fácil se houvesse alguém conhecido por perto (já que só estariam ali um fotógrafo qualquer e seu assistente) e depois poderíamos dar um mergulho, comer alguma coisa por ali.

Surgiu a dúvida: Douglas já havia posado de cueca outras vezes, com menos idade e sem conhecidos por perto. Ele queria alguma coisa, com certeza. Aceitei ir com ele, já com segundas intenções. Douglas festejou bastante, dizendo que ia ser incrível.

Meu primo teria que levar algumas camisetas, camisas e qualquer coisa que achasse que melhoraria o visual do ensaio. Ele pegou um boné, uma toalha de banho e outras coisas, um tanto, suspeitas: Vinho, para se soltar no ensaio. Até aí, ok. Uma barraca. E mais duas coisas que ele guardou depressa para que eu não visse, mas eu vi: Uma cartela de camisinhas e um vibrador.

Pensei comigo: “É hoje!”

Fomos no carro de Douglas até uma praia distante para não correr perigo de curiosos atrapalhando o ensaio. Chegando lá, ele me pediu para armar a barraca perto de algumas grandes pedras ali perto. Botei a mão na minha bermuda, já pensando besteira. Ele abria o vinho e colocava uma música no som do carro para ir se soltando.

Armei a barraca (a dele e a minha) e me sentei na areia. Douglas veio com um braço cheio de camisetas, cuecas e sungas e a garrafa de vinho na outra mão e me perguntou:
– Vê aí qual combinação fica melhor para minhas primeiras fotos?

Ele já estava levemente alterado, dançava sozinho, com a garrafa de vinho na mão, me olhando, ás vezes, sério, às vezes, rindo. Ele era sexy, muito sexy.

Escolhi uma regata justa branca e uma cueca preta para começar. Estendi as peças para ele. Ele olhou pela praia: Deserta. E começou a se trocar ali mesmo, na minha frente.

Foi com um striptease: Ao som de Tonight (I’m fucking you), do Enrique Iglesias, que dizia:
“Agora balance seu corpo (oh)
Caramba, eu gosto do jeito que você se move
Então dê para mim (ooh oo)
Porque eu já sei o que você quer fazer 
(…)
Por favor, me desculpe eu não quero ser rude
Mas esta noite eu vou te comer…”, ele tirou os sapatos. Eu sorri e olhei para o outro lado, tentando disfarçar.

Douglas gritou:
– OLHA PRA MIM, PORRA!

Assustado, olhei Douglas tirar a camiseta que vestia, deixando a mostra seu corpo definido, com os braços fortes, o peitoral gostoso e a barriga de tanquinho. Também tinha aquele famoso “caminho para a felicidade” feito de pelos. Engoli em seco.

Sem camisa, Douglas foi desabotoando e abaixando a calça, surgindo uma cueca boxer branca com um grande volume nela. Reparei também nas suas pernas grossas e cabeludas. Senti meu pau endurecer. Então Douglas se vira de costas e tira a cueca, meu pau totalmente duro com aquela bunda grande e branca. Não vi seu pinto. Sabia que ele estava o guardando para mais tarde.

Douglas se vestiu com a cueca e a regata que eu tinha escolhido e ele estava sensacional. GOSTOSO PRA CARALHO! Ele me dá a mão para eu levantar da areia e me passa a garrafa de vinho. Dou um grande gole, olhando a praia. Atrás de mim e dos meus dois lados, grandes pedras. A minha frente, o mar. Douglas chega por trás de mim, me encoxa gostoso e diz: 
– Se prepara, porque depois do ensaio, tem! – e então, beija rapidamente meu ombro e toma a garrafa de vinho da minha mão.

Meu coração estava bastante acelerado, meu rosto corava e meu pau, já duro, pulsava dentro da minha sunga. Efeito da bebida, mas principalmente da encoxada e das palavras de Douglas. Resisti para não colocar a mão em seu saco, mas nem precisava: A cabeça de seu pau tocou, de leve, a minha bunda.

Fui para mais perto do mar até que o fotógrafo e seu assistente chegaram. E vários cliques rolaram a partir daí. Douglas sempre pedia para ver as fotos e perguntava a minha opinião. Eu respondia coisas como “Tá bonito, primo!”, “Ficou legal” e se eu não gostasse, ele refazia, mais olhando para mim que para a câmera.

Nas várias trocas de roupa, Douglas pedia a minha ajuda como desculpa para nos tocarmos. Ele ia atrás das pedras e me chamava para dar um pouco de vinho na sua boca, pra tirar sua camiseta, abotoar uma camisa, verificar se nenhuma parte da cueca estava enrolada e até para ver o volume estava em um tamanho bom, por vezes, pegando a minha mão e a colocando para dar uma checada em seu saco. Enquanto por dentro, eu tremia de tesão, por fora, apenas sorria e era bastante obediente.

O ensaio durou quase a tarde toda. Douglas tirou fotos nas pedras, em cima da toalha de banho, apenas com a toalha de banho, dentro da barraca e até mergulhou no mar, de CUECA BRANCA! Voltou todo molhadinho e com a cueca transparente. Delícia de homem safado!

Lá pelas 17 horas, o fotógrafo e seu assistente arrumaram suas coisas e foram embora. O sol estava lindo, junto com a praia, o mar e meu primo, claro. A praia ainda permanecia deserta. Cheguei perto do meu primo, aplaudi e falei:
– Parabéns pelo showzinho! Me fez passar vergonha na frente dos outros. – disse isso com intenção de fazê-lo lembrar do que ele havia dito mais cedo.
– Você gostou, né? De me tocar, me pegar, me analisar, não gostou? 
– Eu? 
– Sim, você. Se falar que não gostou, tá mentindo. Dá pra ver de longe esse seu pau duro dentro da bermuda. – e era verdade – Vamos, primo! Eu já te adoro como primo, como amigo e agora, quero te adorar como amante. Relaxa – e dizendo isso, estendeu a garrafa de vinho na minha direção. No que eu fui para pegá-la, ele segurou em minha mão e me puxou. Meu rosto subitamente bem perto do dele, eu sentia sua respiração ofegar.

E então, ele me beijou com muita vontade.

A garrafa caiu na areia. Douglas ainda vestia seu último look: Uma camisa cinza aberta e aquela cueca branca, que ainda estava úmida. Ele me pegara pela cintura, juntando nossos corpos. Uma das minhas mãos estava na sua nuca e a outra, explorava as suas costas. Mesmo ainda de bermuda, meu pênis tocava no dele, de leve e assim, estremecíamos de prazer.

Douglas estava muito safado: já enfiara a mão dentro da minha bermuda e da minha sunga, agarrando bem forte a minha bunda, tentando me dedar. Eu tirei sua camisa, beijando seu pescoço, descendo para o peito, para os mamilos (deliciosos), para a barriga que eu fiquei lambendo e beijando por vários segundos e eu ia chegar em seu pinto, quando Douglas me puxou para cima.

Quase me afogando com seus beijos, Douglas tirou meus óculos e minha camiseta, chegou com o rosto ao lado do meu e mordeu a minha orelha, dizendo:
– Hoje, você será todinho meu! – e começou a gemer apenas com os meus toques em seu corpo. Douglas sabia como deixar um homem louco!

Meu primo tirou a minha bermuda, revelando a minha sunga verde escura. Chutou minha bermuda pra longe, me virou de costas para ele e me guiou até a pedra mais próxima.

Com o meu corpo colado na pedra e Douglas encaixado atrás de mim, ele pegou em meu saco e declarou:
– Sabe que eu adoro verde!
– É, é? – eu respondi gemendo.
– É! Ainda mais quando essa cor está em um corpo tão gostoso quando o seu – e agarrou a minha bunda, dando um tapão depois.
– Seu grosso! 
– Você não viu o que é grosso ainda!

E uma música sexy qualquer tocava no rádio do carro. E Douglas ainda grudado em mim, segurando minhas pernas juntas às deles, me fazendo rebolar ao som da música, ao ritmo dele. E ainda me beijava gostoso para completar, com aqueles lábios carnudos e saborosos, aquela língua impaciente. Já não me restava outra escolha senão me entregar.

E quando ele parou de rebolar junto comigo e eu tentei chegar com a minha bunda mais perto do pau dele, eu já era todo dele. E Douglas percebeu:
– Agora você é meu!

Caímos na areia, eu em cima dele. Nos beijávamos insaciavelmente. Eu raspava meu rosto em sua barba. Arrepios. Muitos arrepios. Meu pau se esfregando em seu pau. Todo aquele corpo era meu. Ele voltava a passar a mão dentro da minha sunga, apertando a minha bunda. Ficamos nessa esfregação por um tempo.

Douglas me parou com as mãos e me perguntou:
– Você quer?
– Vamos lá pra trás, onde as pedras vão nos escondem.
– OK.

Fomos até um pequeno espaço circundado por quatro grandes pedras que nos acomodavam perfeitamente ali no meio.

Douglas estava alucinado: Beijos rápidos com pegadas fortes, passadas de mão taradas por todo o meu corpo, mais prensadas de meu corpo nas pedras, com meu primo dançando em minha bunda. Eu também não ficava para trás: Me joguei em cima dele, obrigando-o a me pegar no colo. Bem firme em seu corpo, o beijava enquanto descia uma de minhas mãos até alisar seu pau por fora da cueca. Douglas mantinha suas mãos na minha bunda por dentro da sunga e começava a me dedar. Um dedo grande e grosso, de macho mesmo, me penetrando gostoso.

Ficamos nisso por um tempo até que eu decidi que eu queria dar ainda mais prazer àquele homem gostoso que eu tinha o prazer de chamar de primo: Desci de seu colo, o encostei nas pedras e fui descendo pelo seu corpo; beijos em seu ombro, pescoço, peito. Suguei e lambi seus mamilos lentamente. Passava a mão pela sua barriga definida, enquanto a mordiscava em alguns pontos. Douglas tremia de tesão.

Beijei seu umbigo e as entradinhas na cintura antes de chegar em sua linda e molhada cueca branca. Fui tirando a cueca devagar, vendo uma leve marquinha de sol aparecendo (e me deixando maluco) e seus pentelhos saltando para fora. Parei e comecei a lamber seu pau por fora da cueca. Douglas gemia com sua voz grossa, o que me fez tirar seu pau para fora. E UAU, QUE PAU ERA AQUELE?

Mais escuro que sua pele clara, tinha a cabeça grande e rosa, era grosso e grande. Meu cu piscou gostoso naquele momento. Tirei toda a sua cueca e fui cheirando aquele pau e lambendo, como um pirulito. Minha boca salivava e Douglas implorava:
– Para, para. Coloca tudo na sua boca, vai!

E assim fiz. E que pau magnífico! Enfiei tudo na minha boca, suguei muito a cabecinha, engoli a babinha gostosa que dele saía. Fiquei parado, enquanto Douglas empurrava seu pau na minha boca. Tudo em perfeita sincronia.

Lambi suas bolas, punhentando seu pau com as duas mãos. Douglas com suas duas mãos atrás da cabeça, algo que me deixa muito louco.

Sai dali para buscar a toalha de banho, as camisinhas e o vibrador. Quando voltei, Douglas batia uma e sorriu ao me ver com suas coisas secretas:
– Você me viu colocar o vibrador e as camisinhas na bolsa, né?
– Vi, mas agora vamos usar a toalha primeiro.

Estendi a toalha no chão de areia e me deitei ali, de barriga para cima. Fui tirando a minha sunga, deixando meu corpo nu. Douglas veio com intenção de me chupar, mas eu o parei, dizendo:
– Ainda não! Vem aqui mais para cima, que eu quero te chupar mais um pouco.
– Nossa, que priminho mandão! – e Douglas abriu suas pernas em cima do meu peito, se apoiou no chão e enfiou todo o seu pau na minha boca aberta. Ele gemia forte e me ordenava:
– Chupa, vai! Engole tudo. Tá gostoso? Chupa meu pirulitão!

Chupei até que tive vontade de ser chupado. O parei com minha mão, fiquei em pé, enquanto ele, ajoelhado, pegava na minha bunda e começava a mamar meu pau. Meu corpo suava frio com aquela boca linda sugando meu pinto.

Meu pau era quase do mesmo tamanho do de Douglas, tão grosso quanto. Agora era a minha vez de ser chefe:
– Soca tudo nessa sua boca, vai! Mama gostoso. Isso, aaah! Chupa as minhas bolas, primão.

Douglas sabia como chupar e muito bem. Percorria sua língua em volta da cabecinha do meu pau, lambendo tudo e sugando como ninguém. Estava prestes a gozar quando ele parou:
– Vira essa sua bunda gostosa pra mim, primo. Vi sua cara quando enfiei meu dedo na sua entradinha. Agora, vou lamber seu cu, Edu!

Me virei de quatro para ele, me sentindo vulnerável, mas desejado. Douglas enfiou sua cara em minha bunda, lambendo todo o meu cu. Me contraí de prazer. Ele dava tapas em minha bunda, a mordia, agarrava. Cuspia em meu cu e o lambia com fome, com tesão. Eu ia a loucura, me punhentando, enquanto meu primo me comia com a língua.

Depois de alguns minutos me lambendo, Douglas me pediu para levantar e nos beijamos loucamente. Seus beijos tinham o gosto do vinho, que só melhorava tudo aquilo. Nossos paus duros se encostando, nossos corpos, já suados, se colando.

Ainda unidos, meu primo me levantou do chão e me guiou até as pedras. De costas para ele, Douglas me encostou em uma das maiores pedras e puxou minhas pernas um pouco para trás, minha bunda arrebitada e arreganhada para ele. 
– Fica aí – ele ordenou.

Ouvi ele se afastando e um barulho de camisinha sendo aberta. Ele encapou seu pau e o passou pela minha entrada. Tremi.
– Minha putinha tá louca para dar, não tá?

Sim, eu estava louco para dar para o meu tão querido e amado e cheiroso e gostoso primo. Como resposta, apenas balancei minha bunda um pouco. Foi o suficiente:
– Ai, papai, como eu desejei esse CUUUUU…

E dizendo CU bem alto e demorado, ele socou todo o seu pau em mim. Fechei os olhos. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Uma expressão mista de prazer e dor. Culpa e deleite.

Douglas deixou seu pau dentro de mim por um tempo ao perceber minha reação:
– Está tudo bem?
– Vai ficar. Só não faz mais isso, de enfiar de uma vez só. – resmunguei.
– Ok, desculpa.

Eu olhei para trás e vi que ele está sendo sincero. Me senti culpado. Então, só pensei em nos satisfazer. Por isso, trouxe minha bunda mais para frente, tirando seu pau do meu cu. E logo em seguida, voltei para trás, preenchendo meu ânus com seu delicioso pênis. Ele captou meu desejo e falou:
– Nossa, mas já está curado? Então bora fuder gostoso!

Douglas começou a bombar, alterando entre mais fraco, mais rápido, mais forte, mais devagar. A sensação de estar preenchido por um pau era maravilhosa. Eu delirava de tanto tesão.

Minhas mãos estavam apoiadas nas pedras, estendidas para cima. Douglas pegou minhas duas mãos, se fechando com suas mãos em volta das minhas, me prendendo a ele. Perdi minha sanidade ali. Comecei a rebolar em seu pau no ritmo da música que tocava no carro de Douglas.

Meu primo estava me dando o melhor sexo da minha vida. Rebolava junto comigo, bombando gostosamente. Puxava meu cabelo, o que me deixava maluco. Batia na minha bunda, de vez em quando. Suas bolas se chocavam ao meu corpo e o som daquilo era ótimo. Ele segurava em minhas pernas, como se cavalgasse em mim. Eu ria e gemia de prazer.

Douglas tirou seu mastro de dentro de mim e me virou de frente para ele. Ainda me encostando nas pedras, ofegou no meu rosto e disse:
– UAU… como seu cu apertadinho rebola gostoso. – e me beijou. Depois, raspou sua barba por fazer em meu rosto (arrepiei) e mordeu minha orelha. Eu me abaixava com o sensação:
– Você está me fudendo… tão bem… tô quase sem ar. – e nós dois rimos.

Dei um selinho em sua boca e corri, nu, para o mar. Sem escolha, Douglas me seguiu. Ambos estávamos com o efeito da bebida e do sexo em nossos corpos. Não nos responsabilizávamos por mais nada.

Mergulhei com todo o meu corpo. A água está morna e me acalmava. Nadei até uma distância boa da praia, olhando Douglas andando até mim, seu corpo brilhando com o sol e o suor que produzimos juntos.

Ao chegar onde eu estava, Douglas me encarou, tentando não rir:
– Está ficando maluco? E se alguém nos pega aqui?
– Acho que estou. E a única pessoa que eu quero que me pegue é você – e o enlacei em meus braços, colando os meus lábios nos dele. Nos entregamos um ao outro novamente.

Fomos até uma área longe da praia, mas onde ainda conseguíamos sentir a areia em nossos pés, ficando somente com a cabeça para fora da água. Nós consumíamos os lábios, o pescoço e os ombros um do outro quando me virei de costas para ele, colei meu corpo no dele e entrelacei minhas pernas nele. Douglas abriu minha bunda e enfiou sua pica lá dentro. Eu estremeci. Meu primo prendia meu corpo ao seu usando seus braços na minha barriga. Os meus braços se encontravam presos as suas costas.

Eu ia para frente e para trás e Douglas me acompanhava. Era imprudente fazer sexo ali, como também nas pedras, mas era tão bom, o prazer preenchia todo o meu ser. E o medo de ser pego aumentava o tesão. Fechei meus olhos enquanto me perdia nas bombadas de Douglas.

Trepamos dentro do mar até quase nos esgotarmos. Saímos da água juntos, já estava escuro, com alguns filetes de luz solar ao longe. Douglas foi até as pedras buscar nossas coisas, enquanto eu entrava na barraca.

Dessa vez, eu me punhetava quando ele chegou. Trocou sua camisinha por uma nova e me deitou de barriga para cima. Tirou das suas coisas um vibrador e me ofereceu. Eu fiz que sim e Douglas foi enfiando aquele pau em meu ânus. O pau era de mentira, mas o prazer era de verdade. Meu primo ligou e o consolo começou a vibrar dentro de mim. O tesão era extraordinário.

Para completar, Douglas se deitou em cima de mim, se esfregando e me beijando, esquecendo o vibrando dentro de mim. Nossos corpos molhados estavam frios, mas trocavam calor, me excitando. Eu estava quase desesperado de tanto prazer.

Eu viajava com minhas mãos pelo corpo do meu priminho modelo. Cabeça, costas, bunda, pernas. Ele se levantou de cima de mim e tirou o vibrador. Uma sensação de alívio e decepção percorreu meu corpo.

Douglas ficou de pé em cima de seus joelhos. Eu aproveitei a deixa e me levantei, me aproximando dele e beijei sua barriga sarada (e molhada), mordisquei seus mamilos até que eu sinto duas grandes mãos pegando minha cabeça e me guiando até uma boca carnuda e quente que me beija com vontade.

Depois de um tempo, Douglas se senta na barraca com as pernas esticadas e o pênis ereto e me convoca:
– Senta! Vai, priminho! Devagar e gostoso.

Não preciso que ele peça de novo. De frente para Douglas e me apoiando em seus ombros, arreganho a minha bunda até que meu ânus cubra toda a extensão de seu pênis. Dói um pouco, de modo que abro a boca. Douglas enfia seu dedo indicador nela. Eu o pego e o chupo com vontade. Meu primo morde os lábios, tira seu dedo de mim e me beija como se nossas vidas dependessem disso. Começo a levantar e sentar em seu pau, o passivo regendo o ritmo da transa.

O abraço enquanto dou meu cu a ele, rebolando, subindo e descendo, enlouquecendo. Puxamos o cabelo um do outro, ofegando. Arranho suas costas. Douglas morde meu ombro. 
Somos puro prazer.
– AAAAAAAAAAAH, Douglas… Me come todinho. Esfola meu cu! 
– Vai, Edu, meu priminho putinha, rebola na minha pica.

Estou entregue quando Douglas para. Eu o olho e ele me diz:
– Melhor sairmos daqui. Já é de noite, meu carro está com som ligado, vai acabar a bateria desse jeito.
– Mas ainda nem gozamos! – retruco, cansado e quase realizado.
– O carro tem insulfilm. E é dos mais escuros – ele me diz isso e pisca para mim.
– Ok! – entendo o que ele quis me dizer. Terminaremos isso no carro dele.

Visto apenas a toalha e Douglas coloca a primeira sunga que ele encontra. Recolhemos as coisas e guardamos no carro. Ele assume o volante e eu vou no banco de motorista. Douglas apenas dirige até o fim da praia, onde é mais escuro. Seu pau não cabe na sunga de tanto tesão. Eu me abaixo, tiro a camisinha e o chupo um pouco. No rádio, uma música em inglês diz:
“Você não acha que é hora de transar? (…)
Não quer sentir este fogo antes que ele se vá? (…)

Você é sexy, sexy
Eu tenho coisas que eu quero fazer com você (…)

Eu quero, eu quero, faça isso durar para sempre
O que você quiser todo o dia
Contanto que é você e eu juntos, baby não me faça esperar (…)”

Era a música perfeita para o nosso final de noite, além do ritmo ser realmente excitante.

Douglas estaciona o carro, eu tiro seu pau da minha boca e pulo para o banco de trás. O abaixo até se transformar em um espaço maior. Meu primo vem logo em seguida. Ele se ajoelha ali em cima e tira sua sunga. Eu abocanho seu pau no instante seguinte. Douglas me diz: 
– Ainda com fome de pau, é?
Só respondo com um: “Uhm hum!”
Ele me deixa chupá-lo. Ele enfia um dedo em meu cu novamente. E completa:
– Vamos finalizar logo esse dia. Estou louco por você e louco para gozar. Já é a terceira camisinha que usarei hoje. Quanto fogo!

Douglas se encapa e deita por cima de mim. Seus olhos estão brilhando de prazer e acredito que os meus também. Nos esfregamos e nos beijamos novamente e de novo e outra vez. Ele anuncia:
– A FODA FINAL!

Rio e gemo quando Douglas penetra em mim. Sinto seu pênis pulsando em meu ânus. Todo aquele mastro entrando e saindo de mim, seu corpo quente me desejando, seu cheiro de macho me excitando. De olhos fechados, o prazer é ainda maior, mas assim, não vejo que um homem, que O HOMEM, me pega de jeito, me come gostoso, me leva a loucura.

Dou vários chupões em seu pescoço. Isso o faz fuder mais forte, rápido e mais gostoso. Consigo ver que ele balança sua bunda para me comer melhor. Entrelaço minhas pernas em seu corpo para maximizar o efeito das bombadas. Meus braços estão em volta do pescoço de Douglas e meus lábios, grudados no dele. O carro balança com a transa. Gememos em uma só voz:
-AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN…

Eu digo quase gritando:
– ME ARROMBA, ME FODE. COME TODO O MEU CUZINHO.

Douglas enfia em mim cada vez mais forte e o meu tesão é inexplicável. Ele me beija e tira seu pau de dentro de mim. Sinto como se meu corpo desabasse de cansaço. Meu primo tira a camisinha e se punheta, gemendo alto:
– VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR… EM VOCÊ! AHN, AHN, AHN, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.
E Douglas goza muito. Tudo em meu corpo.

Ao ver aquilo, começo a me punhetar até que gozo litros de porra. No meu corpo e no de Douglas. É como se eu gozasse pelo meu pau, mas também pela minha pele e  Desde pequeno, eu gostava de frequentar a casa da minha tia. Ela sempre me recepcionou com muito carinho, atenção e amor. Minha tia é divorciada, mãe de três filhos, mas apenas um mora em sua casa: meu primo Douglas. Quando crianças, Douglas e eu éramos muito unidos, mesmo ele sendo quatro anos mais velho do que eu e seus dois irmãos serem de idade mais próxima da minha. Brincávamos juntos, estudávamos na mesma escola, eu passava minhas férias na casa dele (e vice-versa), realmente melhores amigos.
Então, minha tia se mudou e Douglas começou a frequentar outra escola. Perdemos o contato. Por um longo período, não o vi.

E foi aos 16 anos que fui, depois de muito tempo, a casa de Douglas. Ele não se encontrava, pois estava trabalhando. Perguntei a minha tia no que ele trabalhava e ela me respondeu:


– Ele é modelo.

O interesse em meu primo que era apenas afetivo, de amizade e companheirismo se tornou selvagem, sexual. Na infância, eu nunca havia olhado para ele, analisando sua beleza, mas agora estava óbvio que ele teria que ser, no mínimo, lindo e ter um corpo perfeito para essa profissão.



Não podia demorar na casa da minha tia, por isso, deixei um telefone para contato e prometi visitá-la mais vezes.

Alguns dias depois, meu celular tocou e era um número desconhecido. Mas a voz grossa e sexy do outro lado da linha não me deixou desligar:
– Alô, é o Eduardo?
– Quem gostaria?
– É o Douglas, tudo bem?
– Oi, Douglas, quanto tempo!

Uau, que voz! Bom, papo vai, papo vem, combinamos de sair aquela noite. Íamos a uma balada.


Chegando na balada, demorei até encontrá-lo, pois não sabia como ele estava fisicamente. Até que um rapaz alto, de pele clara, cabelos pretos bagunçados, barba e bigode por fazer, com um rosto e um sorriso encantador, além de um corpo forte no ponto certo, vestindo uma camisa xadrez e uma calça justa acena para mim. Era Douglas, no auge de seus 20 anos, meu primo gostoso. Eu adorava aquela família!

– E aí, Douglas, beleza? Está bonitão, em?! – eu disse do jeito mais hétero possível.
– Edu, caramba, você cresceu demais! – e me abraçou. Que cara cheiroso! Depois bagunçou o meu cabelo e completou – Você também está um gatão! Vamos entrar?

Não era total exagero. Eu me achava bonito e as garotas (e os garotos) confirmavam minha opinião: Meu cabelo cortado curto, meu rosto sem espinhas, meus olhos escuros, meus óculos quadrados e os primeiros músculos (resultado da minha recente entrada na academia) me davam o ar do que chamavam de “nerd sexy”.

Entramos naquela boate e nos encontramos com os amigos de Douglas. Eram homens e mulheres estonteantes, tão lindos e perfeitos que pareciam terem saído de revistas e da TV. Todos foram supereducados comigo. Acabei ficando com uma das amigas dele, por vontade própria. Uma mulata deliciosa.



Enfim… Douglas e eu saímos da balada e marcamos de ir ao cinema no outro dia. E assim, fomos nos reaproximando.

Dois anos mais tarde, éramos melhores amigos novamente. Eu com 18, Douglas com 22. E eu ainda tinha muito interesse nele. Conversávamos francamente. Então surgiu uma curiosidade:
– Douglas, como é o mundo dos modelos… sobre sexo?
– Ah, é uma zona, cara. Tem empresário pegando modelo, estilista com estilista, homem com homem, mulher com homem, mulher com mulher, tem de tudo. 
– Com modelos, você já ficou? 
– Sim!
– E modelos homens?
– Bem, também. 
– E como foi?
– Sei lá. Com a maioria era somente beijos. No máximo, um boquete. Apenas com um cara rolou sexo, mas só por uma semana. Ele era de outra cidade, nunca ia dar certo. Por quê?
– Só curiosidade. 
Não sei se Douglas suspeitou de algo, pois nada disse.
Mas a partir daquele dia, eu sabia que tinha chance com ele. Ele era da família, ok, mas era primo e eu não queria me casar com ele. Sexo, putaria e todo aquele corpo pra mim por algum tempo. Só isso. Nada de mais.
Naquela semana, Douglas me convidou para vê-lo em um ensaio fotográfico que ele ia fazer na praia para enriquecer seu book, mas nada muito profissional. Porém, o ensaio ia ser com Douglas de cuecas e sungas. Meu pisca-alerta se acendeu: Ia ser realmente difícil apreciá-lo seminu e não expressar reações homossexuais. Eu me recusei de início, mas Douglas insistiu, dizendo que seria tudo mais fácil se houvesse alguém conhecido por perto (já que só estariam ali um fotógrafo qualquer e seu assistente) e depois poderíamos dar um mergulho, comer alguma coisa por ali.

Surgiu a dúvida: Douglas já havia posado de cueca outras vezes, com menos idade e sem conhecidos por perto. Ele queria alguma coisa, com certeza. Aceitei ir com ele, já com segundas intenções. Douglas festejou bastante, dizendo que ia ser incrível.

Meu primo teria que levar algumas camisetas, camisas e qualquer coisa que achasse que melhoraria o visual do ensaio. Ele pegou um boné, uma toalha de banho e outras coisas, um tanto, suspeitas: Vinho, para se soltar no ensaio. Até aí, ok. Uma barraca. E mais duas coisas que ele guardou depressa para que eu não visse, mas eu vi: Uma cartela de camisinhas e um vibrador.

Pensei comigo: “É hoje!”

Fomos no carro de Douglas até uma praia distante para não correr perigo de curiosos atrapalhando o ensaio. Chegando lá, ele me pediu para armar a barraca perto de algumas grandes pedras ali perto. Botei a mão na minha bermuda, já pensando besteira. Ele abria o vinho e colocava uma música no som do carro para ir se soltando.

Armei a barraca (a dele e a minha) e me sentei na areia. Douglas veio com um braço cheio de camisetas, cuecas e sungas e a garrafa de vinho na outra mão e me perguntou:
– Vê aí qual combinação fica melhor para minhas primeiras fotos?

Ele já estava levemente alterado, dançava sozinho, com a garrafa de vinho na mão, me olhando, ás vezes, sério, às vezes, rindo. Ele era sexy, muito sexy.

Escolhi uma regata justa branca e uma cueca preta para começar. Estendi as peças para ele. Ele olhou pela praia: Deserta. E começou a se trocar ali mesmo, na minha frente.

Foi com um striptease: Ao som de Tonight (I’m fucking you), do Enrique Iglesias, que dizia:
“Agora balance seu corpo (oh)
Caramba, eu gosto do jeito que você se move
Então dê para mim (ooh oo)
Porque eu já sei o que você quer fazer 
(…)
Por favor, me desculpe eu não quero ser rude
Mas esta noite eu vou te comer…”, ele tirou os sapatos. Eu sorri e olhei para o outro lado, tentando disfarçar.

Douglas gritou:
– OLHA PRA MIM, PORRA!

Assustado, olhei Douglas tirar a camiseta que vestia, deixando a mostra seu corpo definido, com os braços fortes, o peitoral gostoso e a barriga de tanquinho. Também tinha aquele famoso “caminho para a felicidade” feito de pelos. Engoli em seco.

Sem camisa, Douglas foi desabotoando e abaixando a calça, surgindo uma cueca boxer branca com um grande volume nela. Reparei também nas suas pernas grossas e cabeludas. Senti meu pau endurecer. Então Douglas se vira de costas e tira a cueca, meu pau totalmente duro com aquela bunda grande e branca. Não vi seu pinto. Sabia que ele estava o guardando para mais tarde.

Douglas se vestiu com a cueca e a regata que eu tinha escolhido e ele estava sensacional. GOSTOSO PRA CARALHO! Ele me dá a mão para eu levantar da areia e me passa a garrafa de vinho. Dou um grande gole, olhando a praia. Atrás de mim e dos meus dois lados, grandes pedras. A minha frente, o mar. Douglas chega por trás de mim, me encoxa gostoso e diz: 
– Se prepara, porque depois do ensaio, tem! – e então, beija rapidamente meu ombro e toma a garrafa de vinho da minha mão.

Meu coração estava bastante acelerado, meu rosto corava e meu pau, já duro, pulsava dentro da minha sunga. Efeito da bebida, mas principalmente da encoxada e das palavras de Douglas. Resisti para não colocar a mão em seu saco, mas nem precisava: A cabeça de seu pau tocou, de leve, a minha bunda.

Fui para mais perto do mar até que o fotógrafo e seu assistente chegaram. E vários cliques rolaram a partir daí. Douglas sempre pedia para ver as fotos e perguntava a minha opinião. Eu respondia coisas como “Tá bonito, primo!”, “Ficou legal” e se eu não gostasse, ele refazia, mais olhando para mim que para a câmera.

Nas várias trocas de roupa, Douglas pedia a minha ajuda como desculpa para nos tocarmos. Ele ia atrás das pedras e me chamava para dar um pouco de vinho na sua boca, pra tirar sua camiseta, abotoar uma camisa, verificar se nenhuma parte da cueca estava enrolada e até para ver o volume estava em um tamanho bom, por vezes, pegando a minha mão e a colocando para dar uma checada em seu saco. Enquanto por dentro, eu tremia de tesão, por fora, apenas sorria e era bastante obediente.

O ensaio durou quase a tarde toda. Douglas tirou fotos nas pedras, em cima da toalha de banho, apenas com a toalha de banho, dentro da barraca e até mergulhou no mar, de CUECA BRANCA! Voltou todo molhadinho e com a cueca transparente. Delícia de homem safado!

Lá pelas 17 horas, o fotógrafo e seu assistente arrumaram suas coisas e foram embora. O sol estava lindo, junto com a praia, o mar e meu primo, claro. A praia ainda permanecia deserta. Cheguei perto do meu primo, aplaudi e falei:
– Parabéns pelo showzinho! Me fez passar vergonha na frente dos outros. – disse isso com intenção de fazê-lo lembrar do que ele havia dito mais cedo.
– Você gostou, né? De me tocar, me pegar, me analisar, não gostou? 
– Eu? 
– Sim, você. Se falar que não gostou, tá mentindo. Dá pra ver de longe esse seu pau duro dentro da bermuda. – e era verdade – Vamos, primo! Eu já te adoro como primo, como amigo e agora, quero te adorar como amante. Relaxa – e dizendo isso, estendeu a garrafa de vinho na minha direção. No que eu fui para pegá-la, ele segurou em minha mão e me puxou. Meu rosto subitamente bem perto do dele, eu sentia sua respiração ofegar.

E então, ele me beijou com muita vontade.

A garrafa caiu na areia. Douglas ainda vestia seu último look: Uma camisa cinza aberta e aquela cueca branca, que ainda estava úmida. Ele me pegara pela cintura, juntando nossos corpos. Uma das minhas mãos estava na sua nuca e a outra, explorava as suas costas. Mesmo ainda de bermuda, meu pênis tocava no dele, de leve e assim, estremecíamos de prazer.

Douglas estava muito safado: já enfiara a mão dentro da minha bermuda e da minha sunga, agarrando bem forte a minha bunda, tentando me dedar. Eu tirei sua camisa, beijando seu pescoço, descendo para o peito, para os mamilos (deliciosos), para a barriga que eu fiquei lambendo e beijando por vários segundos e eu ia chegar em seu pinto, quando Douglas me puxou para cima.

Quase me afogando com seus beijos, Douglas tirou meus óculos e minha camiseta, chegou com o rosto ao lado do meu e mordeu a minha orelha, dizendo:
– Hoje, você será todinho meu! – e começou a gemer apenas com os meus toques em seu corpo. Douglas sabia como deixar um homem louco!

Meu primo tirou a minha bermuda, revelando a minha sunga verde escura. Chutou minha bermuda pra longe, me virou de costas para ele e me guiou até a pedra mais próxima.

Com o meu corpo colado na pedra e Douglas encaixado atrás de mim, ele pegou em meu saco e declarou:
– Sabe que eu adoro verde!
– É, é? – eu respondi gemendo.
– É! Ainda mais quando essa cor está em um corpo tão gostoso quando o seu – e agarrou a minha bunda, dando um tapão depois.
– Seu grosso! 
– Você não viu o que é grosso ainda!

E uma música sexy qualquer tocava no rádio do carro. E Douglas ainda grudado em mim, segurando minhas pernas juntas às deles, me fazendo rebolar ao som da música, ao ritmo dele. E ainda me beijava gostoso para completar, com aqueles lábios carnudos e saborosos, aquela língua impaciente. Já não me restava outra escolha senão me entregar.

E quando ele parou de rebolar junto comigo e eu tentei chegar com a minha bunda mais perto do pau dele, eu já era todo dele. E Douglas percebeu:
– Agora você é meu!

Caímos na areia, eu em cima dele. Nos beijávamos insaciavelmente. Eu raspava meu rosto em sua barba. Arrepios. Muitos arrepios. Meu pau se esfregando em seu pau. Todo aquele corpo era meu. Ele voltava a passar a mão dentro da minha sunga, apertando a minha bunda. Ficamos nessa esfregação por um tempo.

Douglas me parou com as mãos e me perguntou:
– Você quer?
– Vamos lá pra trás, onde as pedras vão nos escondem.
– OK.

Fomos até um pequeno espaço circundado por quatro grandes pedras que nos acomodavam perfeitamente ali no meio.

Douglas estava alucinado: Beijos rápidos com pegadas fortes, passadas de mão taradas por todo o meu corpo, mais prensadas de meu corpo nas pedras, com meu primo dançando em minha bunda. Eu também não ficava para trás: Me joguei em cima dele, obrigando-o a me pegar no colo. Bem firme em seu corpo, o beijava enquanto descia uma de minhas mãos até alisar seu pau por fora da cueca. Douglas mantinha suas mãos na minha bunda por dentro da sunga e começava a me dedar. Um dedo grande e grosso, de macho mesmo, me penetrando gostoso.

Ficamos nisso por um tempo até que eu decidi que eu queria dar ainda mais prazer àquele homem gostoso que eu tinha o prazer de chamar de primo: Desci de seu colo, o encostei nas pedras e fui descendo pelo seu corpo; beijos em seu ombro, pescoço, peito. Suguei e lambi seus mamilos lentamente. Passava a mão pela sua barriga definida, enquanto a mordiscava em alguns pontos. Douglas tremia de tesão.

Beijei seu umbigo e as entradinhas na cintura antes de chegar em sua linda e molhada cueca branca. Fui tirando a cueca devagar, vendo uma leve marquinha de sol aparecendo (e me deixando maluco) e seus pentelhos saltando para fora. Parei e comecei a lamber seu pau por fora da cueca. Douglas gemia com sua voz grossa, o que me fez tirar seu pau para fora. E UAU, QUE PAU ERA AQUELE?

Mais escuro que sua pele clara, tinha a cabeça grande e rosa, era grosso e grande. Meu cu piscou gostoso naquele momento. Tirei toda a sua cueca e fui cheirando aquele pau e lambendo, como um pirulito. Minha boca salivava e Douglas implorava:
– Para, para. Coloca tudo na sua boca, vai!

E assim fiz. E que pau magnífico! Enfiei tudo na minha boca, suguei muito a cabecinha, engoli a babinha gostosa que dele saía. Fiquei parado, enquanto Douglas empurrava seu pau na minha boca. Tudo em perfeita sincronia.

Lambi suas bolas, punhentando seu pau com as duas mãos. Douglas com suas duas mãos atrás da cabeça, algo que me deixa muito louco.

Sai dali para buscar a toalha de banho, as camisinhas e o vibrador. Quando voltei, Douglas batia uma e sorriu ao me ver com suas coisas secretas:
– Você me viu colocar o vibrador e as camisinhas na bolsa, né?
– Vi, mas agora vamos usar a toalha primeiro.

Estendi a toalha no chão de areia e me deitei ali, de barriga para cima. Fui tirando a minha sunga, deixando meu corpo nu. Douglas veio com intenção de me chupar, mas eu o parei, dizendo:
– Ainda não! Vem aqui mais para cima, que eu quero te chupar mais um pouco.
– Nossa, que priminho mandão! – e Douglas abriu suas pernas em cima do meu peito, se apoiou no chão e enfiou todo o seu pau na minha boca aberta. Ele gemia forte e me ordenava:
– Chupa, vai! Engole tudo. Tá gostoso? Chupa meu pirulitão!

Chupei até que tive vontade de ser chupado. O parei com minha mão, fiquei em pé, enquanto ele, ajoelhado, pegava na minha bunda e começava a mamar meu pau. Meu corpo suava frio com aquela boca linda sugando meu pinto.

Meu pau era quase do mesmo tamanho do de Douglas, tão grosso quanto. Agora era a minha vez de ser chefe:
– Soca tudo nessa sua boca, vai! Mama gostoso. Isso, aaah! Chupa as minhas bolas, primão.

Douglas sabia como chupar e muito bem. Percorria sua língua em volta da cabecinha do meu pau, lambendo tudo e sugando como ninguém. Estava prestes a gozar quando ele parou:
– Vira essa sua bunda gostosa pra mim, primo. Vi sua cara quando enfiei meu dedo na sua entradinha. Agora, vou lamber seu cu, Edu!

Me virei de quatro para ele, me sentindo vulnerável, mas desejado. Douglas enfiou sua cara em minha bunda, lambendo todo o meu cu. Me contraí de prazer. Ele dava tapas em minha bunda, a mordia, agarrava. Cuspia em meu cu e o lambia com fome, com tesão. Eu ia a loucura, me punhentando, enquanto meu primo me comia com a língua.

Depois de alguns minutos me lambendo, Douglas me pediu para levantar e nos beijamos loucamente. Seus beijos tinham o gosto do vinho, que só melhorava tudo aquilo. Nossos paus duros se encostando, nossos corpos, já suados, se colando.

Ainda unidos, meu primo me levantou do chão e me guiou até as pedras. De costas para ele, Douglas me encostou em uma das maiores pedras e puxou minhas pernas um pouco para trás, minha bunda arrebitada e arreganhada para ele. 
– Fica aí – ele ordenou.

Ouvi ele se afastando e um barulho de camisinha sendo aberta. Ele encapou seu pau e o passou pela minha entrada. Tremi.
– Minha putinha tá louca para dar, não tá?

Sim, eu estava louco para dar para o meu tão querido e amado e cheiroso e gostoso primo. Como resposta, apenas balancei minha bunda um pouco. Foi o suficiente:
– Ai, papai, como eu desejei esse CUUUUU…

E dizendo CU bem alto e demorado, ele socou todo o seu pau em mim. Fechei os olhos. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Uma expressão mista de prazer e dor. Culpa e deleite.

Douglas deixou seu pau dentro de mim por um tempo ao perceber minha reação:
– Está tudo bem?
– Vai ficar. Só não faz mais isso, de enfiar de uma vez só. – resmunguei.
– Ok, desculpa.

Eu olhei para trás e vi que ele está sendo sincero. Me senti culpado. Então, só pensei em nos satisfazer. Por isso, trouxe minha bunda mais para frente, tirando seu pau do meu cu. E logo em seguida, voltei para trás, preenchendo meu ânus com seu delicioso pênis. Ele captou meu desejo e falou:
– Nossa, mas já está curado? Então bora fuder gostoso!

Douglas começou a bombar, alterando entre mais fraco, mais rápido, mais forte, mais devagar. A sensação de estar preenchido por um pau era maravilhosa. Eu delirava de tanto tesão.

Minhas mãos estavam apoiadas nas pedras, estendidas para cima. Douglas pegou minhas duas mãos, se fechando com suas mãos em volta das minhas, me prendendo a ele. Perdi minha sanidade ali. Comecei a rebolar em seu pau no ritmo da música que tocava no carro de Douglas.

Meu primo estava me dando o melhor sexo da minha vida. Rebolava junto comigo, bombando gostosamente. Puxava meu cabelo, o que me deixava maluco. Batia na minha bunda, de vez em quando. Suas bolas se chocavam ao meu corpo e o som daquilo era ótimo. Ele segurava em minhas pernas, como se cavalgasse em mim. Eu ria e gemia de prazer.

Douglas tirou seu mastro de dentro de mim e me virou de frente para ele. Ainda me encostando nas pedras, ofegou no meu rosto e disse:
– UAU… como seu cu apertadinho rebola gostoso. – e me beijou. Depois, raspou sua barba por fazer em meu rosto (arrepiei) e mordeu minha orelha. Eu me abaixava com o sensação:
– Você está me fudendo… tão bem… tô quase sem ar. – e nós dois rimos.

Dei um selinho em sua boca e corri, nu, para o mar. Sem escolha, Douglas me seguiu. Ambos estávamos com o efeito da bebida e do sexo em nossos corpos. Não nos responsabilizávamos por mais nada.

Mergulhei com todo o meu corpo. A água está morna e me acalmava. Nadei até uma distância boa da praia, olhando Douglas andando até mim, seu corpo brilhando com o sol e o suor que produzimos juntos.

Ao chegar onde eu estava, Douglas me encarou, tentando não rir:
– Está ficando maluco? E se alguém nos pega aqui?
– Acho que estou. E a única pessoa que eu quero que me pegue é você – e o enlacei em meus braços, colando os meus lábios nos dele. Nos entregamos um ao outro novamente.

Fomos até uma área longe da praia, mas onde ainda conseguíamos sentir a areia em nossos pés, ficando somente com a cabeça para fora da água. Nós consumíamos os lábios, o pescoço e os ombros um do outro quando me virei de costas para ele, colei meu corpo no dele e entrelacei minhas pernas nele. Douglas abriu minha bunda e enfiou sua pica lá dentro. Eu estremeci. Meu primo prendia meu corpo ao seu usando seus braços na minha barriga. Os meus braços se encontravam presos as suas costas.

Eu ia para frente e para trás e Douglas me acompanhava. Era imprudente fazer sexo ali, como também nas pedras, mas era tão bom, o prazer preenchia todo o meu ser. E o medo de ser pego aumentava o tesão. Fechei meus olhos enquanto me perdia nas bombadas de Douglas.

Trepamos dentro do mar até quase nos esgotarmos. Saímos da água juntos, já estava escuro, com alguns filetes de luz solar ao longe. Douglas foi até as pedras buscar nossas coisas, enquanto eu entrava na barraca.

Dessa vez, eu me punhetava quando ele chegou. Trocou sua camisinha por uma nova e me deitou de barriga para cima. Tirou das suas coisas um vibrador e me ofereceu. Eu fiz que sim e Douglas foi enfiando aquele pau em meu ânus. O pau era de mentira, mas o prazer era de verdade. Meu primo ligou e o consolo começou a vibrar dentro de mim. O tesão era extraordinário.

Para completar, Douglas se deitou em cima de mim, se esfregando e me beijando, esquecendo o vibrando dentro de mim. Nossos corpos molhados estavam frios, mas trocavam calor, me excitando. Eu estava quase desesperado de tanto prazer.

Eu viajava com minhas mãos pelo corpo do meu priminho modelo. Cabeça, costas, bunda, pernas. Ele se levantou de cima de mim e tirou o vibrador. Uma sensação de alívio e decepção percorreu meu corpo.

Douglas ficou de pé em cima de seus joelhos. Eu aproveitei a deixa e me levantei, me aproximando dele e beijei sua barriga sarada (e molhada), mordisquei seus mamilos até que eu sinto duas grandes mãos pegando minha cabeça e me guiando até uma boca carnuda e quente que me beija com vontade.

Depois de um tempo, Douglas se senta na barraca com as pernas esticadas e o pênis ereto e me convoca:
– Senta! Vai, priminho! Devagar e gostoso.

Não preciso que ele peça de novo. De frente para Douglas e me apoiando em seus ombros, arreganho a minha bunda até que meu ânus cubra toda a extensão de seu pênis. Dói um pouco, de modo que abro a boca. Douglas enfia seu dedo indicador nela. Eu o pego e o chupo com vontade. Meu primo morde os lábios, tira seu dedo de mim e me beija como se nossas vidas dependessem disso. Começo a levantar e sentar em seu pau, o passivo regendo o ritmo da transa.

O abraço enquanto dou meu cu a ele, rebolando, subindo e descendo, enlouquecendo. Puxamos o cabelo um do outro, ofegando. Arranho suas costas. Douglas morde meu ombro. 
Somos puro prazer.
– AAAAAAAAAAAH, Douglas… Me come todinho. Esfola meu cu! 
– Vai, Edu, meu priminho putinha, rebola na minha pica.

Estou entregue quando Douglas para. Eu o olho e ele me diz:
– Melhor sairmos daqui. Já é de noite, meu carro está com som ligado, vai acabar a bateria desse jeito.
– Mas ainda nem gozamos! – retruco, cansado e quase realizado.
– O carro tem insulfilm. E é dos mais escuros – ele me diz isso e pisca para mim.
– Ok! – entendo o que ele quis me dizer. Terminaremos isso no carro dele.

Visto apenas a toalha e Douglas coloca a primeira sunga que ele encontra. Recolhemos as coisas e guardamos no carro. Ele assume o volante e eu vou no banco de motorista. Douglas apenas dirige até o fim da praia, onde é mais escuro. Seu pau não cabe na sunga de tanto tesão. Eu me abaixo, tiro a camisinha e o chupo um pouco. No rádio, uma música em inglês diz:
“Você não acha que é hora de transar? (…)
Não quer sentir este fogo antes que ele se vá? (…)

Você é sexy, sexy
Eu tenho coisas que eu quero fazer com você (…)

Eu quero, eu quero, faça isso durar para sempre
O que você quiser todo o dia
Contanto que é você e eu juntos, baby não me faça esperar (…)”

Era a música perfeita para o nosso final de noite, além do ritmo ser realmente excitante.

Douglas estaciona o carro, eu tiro seu pau da minha boca e pulo para o banco de trás. O abaixo até se transformar em um espaço maior. Meu primo vem logo em seguida. Ele se ajoelha ali em cima e tira sua sunga. Eu abocanho seu pau no instante seguinte. Douglas me diz: 
– Ainda com fome de pau, é?
Só respondo com um: “Uhm hum!”
Ele me deixa chupá-lo. Ele enfia um dedo em meu cu novamente. E completa:
– Vamos finalizar logo esse dia. Estou louco por você e louco para gozar. Já é a terceira camisinha que usarei hoje. Quanto fogo!

Douglas se encapa e deita por cima de mim. Seus olhos estão brilhando de prazer e acredito que os meus também. Nos esfregamos e nos beijamos novamente e de novo e outra vez. Ele anuncia:
– A FODA FINAL!

Rio e gemo quando Douglas penetra em mim. Sinto seu pênis pulsando em meu ânus. Todo aquele mastro entrando e saindo de mim, seu corpo quente me desejando, seu cheiro de macho me excitando. De olhos fechados, o prazer é ainda maior, mas assim, não vejo que um homem, que O HOMEM, me pega de jeito, me come gostoso, me leva a loucura.

Dou vários chupões em seu pescoço. Isso o faz fuder mais forte, rápido e mais gostoso. Consigo ver que ele balança sua bunda para me comer melhor. Entrelaço minhas pernas em seu corpo para maximizar o efeito das bombadas. Meus braços estão em volta do pescoço de Douglas e meus lábios, grudados no dele. O carro balança com a transa. Gememos em uma só voz:
-AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN, AHN…

Eu digo quase gritando:
– ME ARROMBA, ME FODE. COME TODO O MEU CUZINHO.

Douglas enfia em mim cada vez mais forte e o meu tesão é inexplicável. Ele me beija e tira seu pau de dentro de mim. Sinto como se meu corpo desabasse de cansaço. Meu primo tira a camisinha e se punheta, gemendo alto:
– VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR… EM VOCÊ! AHN, AHN, AHN, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.
E Douglas goza muito. Tudo em meu corpo.

Ao ver aquilo, começo a me punhetar até que gozo litros de porra. No meu corpo e no de Douglas. É como se eu gozasse pelo meu pau, mas também pela minha pele e até pelo meu ânus. Aquele prazer incontrolável me deixando ali, caído, sem fôlego.

Douglas deita em mim e me beija. Então diz:
– Nada como a melhor transa da sua vida para te fazer feliz. E melhor ainda se for com um priminho delícia – e sorri. E nós rimos. E ficamos ali por um bom tempo, sem forças e sem pressa de ir embora. Apenas dois primos se divertindo um pouco.
até pelo meu ânus. Aquele prazer incontrolável me deixando ali, caído, sem fôlego.

Douglas deita em mim e me beija. Então diz:
– Nada como a melhor transa da sua vida para te fazer feliz. E melhor ainda se for com um priminho delícia – e sorri. E nós rimos. E ficamos ali por um bom tempo, sem forças e sem pressa de ir embora. Apenas dois primos se divertindo um pouco.

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