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Prive Contos Eróticos – ENRABADO PELO LIXEIRO GATO

A algum tempo atrás me mudei de casa e tive que me acostumar com uma nova rotina, entre elas estava a tarefa de colocar o lixo para fora no horário noturno, pois era nesse período que ocorria a coleta do lixo. Se colocasse durante o dia os catadores de latinha e papelão espalhavam todo o lixo e deixavam a maior sujeira, marquei a hora que o caminhão passava e comecei a levar os resíduos perto desse horário.

Numa sexta-feira de verão, no maior calor, sai para colocar o lixo fora e me confronto com o ser mais maravilhoso que já vi, um gato louro, de pele queimada pelo Sol, mais ou menos 1,80 de altura, forte, de olhar penetrante recolhia todo o material descartado pelas casas. O gato veio até a mim e perguntou se poderia tomar água ali na mangueira do jardim, respondi que sim, ele entrou, lavou as mãos, bebeu a água e depois abriu a blusa e despejou água pela cabeça e pescoço. Um arrepio tomou conta de mim, perguntei se tinha muito trabalho ainda e ele informou que ia até a 1 da manhã. Perguntei se ele estava interessado em alguns objetos que eu ia descartar, mas tinha dá de jogar no lixo pois estavam em bom estado, e ele disse que sim, que deixasse do lado de fora que ao sair do serviço vinha para pegar.
Muito esperto que sou selecionei alguns objetos, corri tomar um bom banho, depilei minha bundinha, me preparei todo vestindo cuequinha de marca e camiseta bem agarradinha, de propásito também montei uma mesa com frios, pão, bolacha e cerveja, e por último coloquei um filme pornô gay, deixei a luz da sala acesa e porta semi aberta.
Lá pelas 2 da madrugada percebi a chegada do bofe, olhando pela grade do jardim, corri ao seu encontro e disse: desculpe, não quis deixar fora pois fiquei com receio de alguém passar e levar os objetos embora, entre e venha ver o que lhe interessa. Ao entrar o rapaz começou a avaliar os objetos e disse que tudo lhe interessava, percebi que ele estava a par da situação, lhe ofereci um copo de cerveja e ele disse que não bebia mais aceitaria água, ou refrigerante, ofereci um lanche e ele aceitou, pedi licença para desligar a televisão e ele disse pra deixar rolar o filme, que não se incomodava e que se um dia tivesse oportunidade também faria um.
Desmontei na hora, perguntei se já tinha transado com algum homem e ele disse que não, mas gostaria de experimentar, perguntou se eu era gay e respondi que sim, mas que não tinha nada fixo.
De repente ele começou a alisar o pau e perguntou se eu estava afim, respondi que sim, ele pediu para tomar um banho e imediatamente o conduzi até o banheiro, ele era extremamente divertido e foi tirando seu uniforme em forma de stripper, fiquei louco, ele usava uma espécie de sunga no lugar da cueca e quando a abaixou libertou o caralho mais bonito que já vi até hoje, grande, roliço, da cabeça em forma de cogumelo, (mole era maior do que o meu duro), começou a se ensaboar todo e quando eu fui lhe entregar a toalha me puxou para dentro do chuveiro, minha camiseta molhou na hora e ele mordiscava meus peitinhos por cima dela. Logo sua mão dominou minha bundinha e seu cacete endureceu rapidamente.
Ele então começou a me chamar de putinha vagabunda, que desde o início percebeu minhas intenções, que ninguém abriria aporta pra um desconhecido em plena madrugada e que agora eu iria sofrer a consequência de meu atos.
Me arrastou para a sala e me ordenou que eu lhe chupasse como estava sendo feito no filme ( na cena além da chupada básica o cara também chupava os dedos dos pés do outro) , um pouco enojado cumpri as ordens do bofe, a seguir ele fez o que o cara fazia, começou a me penetrar com os dedos dos pés, senti uma sensação de dor e de medo, a seguir me ordenou que eu ficasse de quatro, jogou um copo de leite sobre mim e começou a me lamber todinho até chegar no meu cuzinho onde brincou fartamente com a língua. De repente, meio sem avisar e utilizando de certa violência me penetrou numa única estocada o que me fez cair sobre o sofá aos gritos, já não sabia mais se tinha feito um bom negácio, medo e prazer estavam em atritos, ele disse então “agora você vai curtir gostoso” e com calma começou a bombar vagarosamente, meu cu ainda estava sensível mas comecei a relaxar e a curtir realmente. Ele me mudou pra posição de frango assado e enterrou aquela pica de 20 ou mais centímetros por cerca de uns 19 minutos, me pediu para que me punhetasse e foi me dando um prazer incrível. Quase na hora do gozo começou a me beijar na boca de forma que quase não me deixar respirar, comecei a gozar desesperadoramente como nunca tinha feito, nesse instante ele tira o cacetão e põe na minha boca me fazendo receber uma super chuva de porra.
Ao terminar me colocou de quatro novamente, me deu um tapa na bunda, me chamou de menina levada e disse que a partir daí viria me fazer visitas frequentes nas madrugadas. Fomos tomar uma banho, e o convidei para passar o resto doa noite comigo, ele aceitou e até hoje nos encontramos, as sextas, de madrugaga, apás a coleta do lixo, eu faço a minha reciclagem sexual.





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