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Prive Contos Eróticos – “Me entreguei ao Diogo , o namorado de minha melhor amiga”


Até onde o sentimento do coração pode se tornar algo ruim, e assim a vida escreve caminhos que às vezes o sentimento e o coração não concordam.

Sou o Vittor tenho 16 anos e desde meus nove anos conheço Bruna, somos vizinhos e ela é uma garota especial, bonita, simpática e também da minha idade.

Sempre me entendeu e me ouviu, uma grande amiga que faz parte da minha historia de vida.
Bruna e eu somos queridos pelos amigos da escola e sempre fomos divertidos, tiramos onda com a galera, zuamos com o povo e ai sabe a turma curte muito a gente.


Eu sou um típico garoto da moda, cabelo de lado desfiado, corpo magro, 1,70 de altura, uso roupas do meu tempo e moro com a minha mãe que é advogada e meu pai que é médico.
Bruna é a patricinha do colégio, status de vida boa, corpo e roupas descoladas, seios grandes, coxas grossas, olho azul claro e pele branca, e traduzindo é maior gata de corpão e uma beleza natural aos moldes de uma garota de boa com a vida.
Nunca tive medo de ser eu mesmo e me desafio em cada momento, peguei algumas garotas da escola, mas jamais fui aos finalmentes e daí o medo de me sentir e ser estranho às vezes bate, mas logo na presença de Bruna tudo fica melhor e juntos embalamos em altas conversas, nem parecemos amigos, mas sim irmãos.
Nossas famílias são unidas, sempre jantamos todos e fizemos churrasco no final de semana, a diversão na piscina, altas fotos e é claro a animação de sempre com a galera.
Bruna sempre teve namorados bacanas e que entendiam este lado de nossa amizade, saíamos e curtíamos todos juntos, eu e ela e nossos casos e assim era muito bacana, pois o ciúme não fazia parte de uma amizade de tantos anos.
Bruna estava empolgada, pois acabara de conhecer um menino novo que afinal eu nunca havia visto na vida.
E era amor pra lá e pra cá, ela dizia que ele era bacana e muito gato também e eu somente sorria da situação, mas não conhecia o infeliz, e assim numa tarde meu celular toca e é ela toda doida pedindo pra eu ir lá conhecer o novo amor da vida dela, eu sorria e logo me aprontava pra ver o abençoado.
Então fui eu de regata, bermudão a casa dela, logo ao chegar ela abre a porta e eu dou de frente com o tal rapaz, meu olhar pasma, pois ele me chamava a atenção.
Corpo moreno, braços fortes e peitoral malhado, olhar castanho e fixo, e com uma calça jeans apertada e uma camisa xadrez demonstrava sua simpatia e seu sorriso largo com dentes amostra e a contemplar com sua beleza.
Ele se chama Diogo e muito simpático e descolado ficou constrangido e eu tímido, pois de certa forma como disse achei ele muito interessante e minha mente processava algo muito especial nos relances de olhar dele, um típico garoto de 17 anos com jeito de homem criado.
O papo era dinâmico e ele conversava mais que eu, por sinal embalo mesmo, costumava dizer que notei um jeito centrado dele e ela louca em beijos e caricias, e eu o melhor amigo da gata ficava lá juntos a noite toda, comemos pipoca à ver um filme e juntos embalamos ao anoitecer.
Passado-se seis meses o namoro e a amizade se firmavam, eu começava a fazer academia com Diogo e se tornávamos muito ligados na amizade, a vida seguia e ele me dizia amar e querer casar com Bruna, eu sorria dele e zuava muito, me divertia e assim fixávamos nossos papos.
Como na vida o que a gente não controla é o tempo e assim ele se fez presente.
Numa noite em alta madrugada ouço meu telefone tocar, atendo meio zonzo e nem reparo quem me ligava naquela hora. Atendo e percebo que era a voz de Diogo, meio desesperado reparo que ele não estava bem, acordo meio assustado pensando que havia acontecido algo de grave com Bruna, ele pede pra ir à minha casa, meio gago, pois nem sabia que horas era autorizo.
Acordo e noto ser 03h20min, fico na porta esperando ele pra não acordar minha família que dormia na parte de cima da casa, eu meio zonzo de cabelo desarrumado o recebo com seu jeito estranho, parecia chorar e logo na porta me abraça feito um menino em desespero.
Não entendo muito, mas com o abraço e sinto o calor de seu corpo, o convido pra ir no meu quarto e logo o recebo, ele chorava meio tímido e me contava sentado ao meu lado na minha cama que terminou com Bruna, mas que amava ela, e o garoto demonstrava ali um sentimento que me surpreendia, pois tudo aquilo de corpo chegava a soluçar de tanto cair em lágrimas.
Deixo no quarto e vou a cozinha preparar uma água com açúcar pra ele, levo e assim conversamos, ele diz que eles brigaram devido o ciúme dela e que ela estava possessa e passava dos limites com as ceninhas, eu não reconhecia a minha amiga na forma que ele falava, mas não duvido nada dos fatos e tentava compreender, pois ele agora também era meu amigo.
Ele caiu no meu ombro e eu não poderia deixar de sentir certa emoção em ver aquele baita garoto se rendendo ao amor, parecia louco, mas disse que não podia continuar desta forma e que achou melhor ele mesmo terminar com ela antes que ela viesse a terminar toda a situação piorar, eu sem graça não sabia como reagir.
Foi assim que a coisa ficou mais tensa ainda, noto que ele saiu e fixava seu olhar no meu rosto, ficamos um ao lado do outro em silencio a se olhar, Diogo com sua mão toca em meu rosto e se aproxima do meu, me assusto e sem reação apenas ficho os olhos, meu coração dispara e meu corpo treme.
Sinto seus lábios tocarem no meu e não deixo de ceder, logo o molhar de um beijo, o lamber de uma boca e o encostar de duas línguas se transforma em uma situação fora do comum, sinto e curto seu jeito e seu beijo, toco no seu braço forte e sinto seu cheiro de pele, ele me acaricia pelo cabelo enquanto eu me deixo perder com tudo aquilo se entregando a mim.
Diogo tem uma reação a me fazer delirar, todo seu jeito me faz se perder no pensamento e na análise do que o motivou a me atacar, me beijar e se deixar entregar por outro homem, logo a minha cabeça gira pelo medo de saber que ele é ” namorado ” da minha melhor amiga, mas é impossível não se entregar em beijos e em seu jeito de olhar e me fazer arrepiar.
Logo posso ver a beleza de seu corpo, me entrego e tiro sua roupa, se deixo dominar pela beleza e ali estava Diogo sem camiseta, com seu belo corpo e me fazer despir totalmente, beijando gostoso e fazendo carinho nele esqueço do mundo e assim ao me entrega noto que estávamos ali pelados a se conhecer em meio ao silêncio da fala.
Sua beleza de rosto, seu corpo era explorado e eu via diante de meus olhos suas coxas malhadas, seu braço forte, barriga tanquinho e uma rola grossa morena a me fazer delirar, meu corpo parecia estar em choque sexual e eu assim começo a mamar seus mamilos o fazendo ir ao além, o fazendo tocar na minha bunda e me acariciar todo.
Sua pegada forte, seu jeito de macho em um corpo bacana me fazia sentir um tesão especial, uma vontade louca que se escondia desde o primeiro dia que vi ele, mas que eu guardava diante do medo e da oportunidade, mas o destino escrevia ali, ele estando diante de mim se entregando. Minha bunda era apalpada e acariciada enquanto meu caminho era em direção da sua rola que logo enchia minha mão a me fazer sentir de perto aquele cheiro gostoso e aquela cabeça grossa ao misto de degustação começo a me satisfazer enquanto sou acariciado.
Chupo deliciosamente aquela coisa grossa que preenchia meu desejo e que antes era apenas um imaginário e agora estava ali afundada na minha boca a me fazer arrepiar, seus dedinhos começavam a se engraçar rumo ao meu cuzinho virgem, ele começava a me dedar bem gostoso e me fazer sentir a delicia de seu jeito, de sua forma e assim os prazeres do sexo esta mais além do real.
Então sinto ser dedado, e uma dorzinha me faz ter medo, então ele logo me beija pedindo pra relaxar bem baixinho no meu ouvido, e assim ele começa a massagear e fazer com que minha bundinha esteja preparada pra ser fudida, logo eu não desgrudava da sua rola, e juntos estávamos a se curtir e se encher de caricias em muito prazer.
Ele se levanta e me coloca deitado de bunda pra cima, com carinho começa a me acariciar com mordidas leves, suas mãos abre minha bundinha e sinto ele então meter sua língua no meu cú.
Era demais pra mim e o medo ao desejo se tornou algo meio sensato, meu corpo arrepiava e eu suava de medo e prazer, e ele ali metendo, degustando e afundando sua língua no meu cuzinho.
Ele deita sobre mim e acaricia minha nuca, logo me manda relaxar que iria tirar minha virgindade anal, e assim sua pica começa a afundar dentro do meu buraco, sinto muita dor e tento sair, ele para e manda eu me acalmar e que não iria me machucar.
Devagar ele retira sua rola, meu cú estava ardendo, ele então pega um creme da minha mesinha e lambuza meu rabo e sua pica, e assim novamente com muito carinho tenta me abrir.
Sinto muita dor, mas cautelosamente ele começava a me arrombar, era gostoso sentir o peitoral forte daquele garoto nas minhas costas a me esquentar.
Ele enfiava com muita calma, parava e me passava confiança com presentes de beijos molhados, era gostoso ter todo aquele corpo em cima de mim a me proteger, era bom sentir uma pica grossa e grande afundar lentamente a possuir meu corpo.
Assim estava eu de bunda pra cima atolado e arrombado pela rola do namorado da minha amiga de infância, ele metia em um vai e vem calmo, meu corpo parecia estar energizado de prazer e eminha mente acalmava diante de tanto carinho; me entreguei mesmo sem medo e sem dó, deixei rolar e dei com gosto.
Logo perdi as pregas e o medo, sentia um vai e vem quente a me fazer doer o pé da barriga, sentia o meter doloroso e suas bola bater forte, sentia seu cheiro de suor e seu respirar fundo de excitação, e assim eu também gemia baixinho e sentia o quanto gostoso era. Ele me comia com força e me segurava forte, minhas tripas anais pareciam estar sendo rancadas e meu prazer consumia meu corpo, seu jeito louco de meter e minha necessidade se cruzavam e assim se arrepiávamos e gemíamos sem medo de ser feliz.
De quatro na cama o desconforto era maior, eu parecia sendo aberto ao meio, mas ele com seu jeito parecia curtir, me metia forte, gemia e mordia minha orelha, beijava minha boca e atolava cada centímetro dentro de mim, meu cú parecia um brinquedo, uma descoberta pra ele e em um vai e vem forte ele remexia, rebolava com sua pica atolada dentro do meu cú.
A sensação era de medo e prazer, minha mente não parava de pensar no que estava acontecendo e a minha amizade com a Bruna, mas também o quanto gostoso era aquela descoberta, Diogo era muito gostoso, tinha pegada e me conquistava a cada meter.
Ali sentado na cama de pica apontada para o teto ele me mandava sentar na sua rola, e eu me preenchia analmente e rebolava feito uma felina louca de tesão e prazer, agora eu sabia o que era tomar no cu e curtia a sensação de ter o controle de uma pica no cuzinho, eu rebolava, subia e descia com tudo aquilo dentro de mim, se deixava levar e fazia forte o movimento.
Diogo então pegava no meu cabelo puxando-me pra trás mandando eu cavalgar mais rápido e eu obedecia e assim logo ele me joga em direção de seu corpo e caindo pra trás em cima dele que caia sobre a cama a gozar.
Eu com a pica atolada na bunda estava sendo inundado, ele me abraçava e suados apenas respirávamos e nos não acreditávamos no que tinha acontecido, meu cuzinho estava todo melecado e arrombado.
Assim perplexos com a situação ficamos por uns 3 minutos a se acariciar e sem sair da posição, ele caído na cama e eu jogado em cima dele de costas pro seu peitoral.
Logo resolvo sair e ir correndo pro banheiro e lá pude tocar e ver o estrago, a porra inundada ao misto de cú com sangue e o arder com o levar e cair da água.
Sentado naquele vaso parecia não acreditar no que aconteceu, pensei que estava sonhando, mas era real, eu acabava de dar o cú pro ” namorado ” da minha melhor amiga, tenso e gostoso era o medo de voltar para o quarto, medo de ver ele lá e cair na real.
A hora já não importava e ao sair me deparo com ele lá, deitado na minha cama somente de cuecas, ele acordado sorria pra mim e me chamava pra deitar, eu andava em passos curtos de medo e logo estava ali nos braços dele a terminar a noite.
Pela manhã o sol bate a janela e assim acordo assustado a pensar se realmente era um sonho ou realidade, vejo que Diogo não estava mais lá, mas que seu cheiro continuava no travesseiro. Ele saiu bem cedo mesmo, pois ainda era 7 da manhã, mal dormimos, mas a noção era de descanso do corpo.
Às 11 horas acordo ao som do celular e noto que era Bruna, ela parecia já ter ligado várias vezes e estava desesperada, logo atendi com receio e ao conversar ela me fez entrar em choque.
Bruna dizia:
“Falei com Diogo e ele me disse que não quer mais nada, pois esta gostando de outra pessoa. Vittor me ajoelhei pra ele e ele me disse isso: ‘ Estou gostando de outra pessoa por favor me esqueça! ‘ . Tô péssima amigo”.
Fim
Autor: Escritor Danyel
Edição: Igoor Ferreira Sposito
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