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Prive Contos Eróticos – Gilberto, o Deus de Ébano


Olá, punheteiros de plantão! Não resisti e tenho que compartilhar o que acabou de me acontecer. Para quem ainda não me conhece, conhece meu nome é Alexandre, tenho 32 anos, sou moreno-claro, 1.75 de altura, olhos e cabelos castanhos, 80 kg bem distribuídos, solteiríssimo. Mas vamos ao que interessa.
Recentemente fiz uma compra de uma máquina de lavar roupas da marca Continental numa conhecida loja aqui de Sampa. No prazo estipulado o produto foi entregue em pleno funcionamento.
E como eu moro sozinho, não é toda semana que minhas roupas, deixo juntar roupas de pelo menos 10 a 15 dias para depois lavar tudo de uma só vez. Para aproveitar o máximo possível da capacidade da máquina e também como forma de economia na conta deluz e água, rsrsrsrsrsrsrsrsrs. Mas voltando a minha estória. Na última vez que a usei, notei algo estranho em seu funcionamento. A máquina enchia de água, desligava a água normalmente quando atingia o nível pré-programado, fazia o barulho característico de funcionamento mas não estava batendo as roupas e, por conseguinte, também não as centrifugava ao término de seu ciclo de lavagem. E como ainda está na garantia de fábrica, voltei à mesma loja para fazer a reclamação do defeito munido com a nota fiscal que comprovava a data da compra. Falei com a gerente da loja sobre o fato ocorrido, comprovei que o produto estava na garantia e, imediatamente ela entrou em contato com a assistência técnica agendando uma visita do técnico para a semana seguinte devido não terem uma data mais próxima, o que eu não me importei porque não iria usar mesmo a máquina por aqueles dias. 
Voltando para minha casa tranquilo e com a sensação de problema, pelo menos, encaminhado para uma solução, lembrei-me que estava precisando de trocar o meu colchão, pois ele já tem certo tempo de uso. Aproveitando que eu ainda estava na rua, fui à outra loja. Chegando lá fui atendido por uma vendedora muito simpática. Eu disse a ela o que eu queria. Ela me mostrou o que ela tinha em estoque e eu me decidi pela compra de uma cama box queen size com colchão de molas ensacadas individualmente e com um prazo de entrega para dali a três dias. Fiquei satisfeito com a minha compra e retornei para minha casa para aguardar a entrega do meu mais novo ninho de amor recém-adquirido. No dia seguinte a compra, chegam os entregadores em minha casa e já montam na mesma hora, pois não há nenhum mistério na montagem. Após a entrega eles foram embora. Fico orgulhosíssimo de mim mesmo e imaginando o quanto seria bom trepar naquela cama nova e espaçosa. Mal eu sabia que em breve eu estaria colocando à prova a resistência daquela cama, hehehehehehe.
Agora com tudo no lugar, só me restava esperar pelo técnico que viria consertar a minha máquina de lavar roupas. Chegou o dia da visita e concerto da máquina, eu não podia sair de casa o dia todo esperando o tal técnico que viria em horário comercial, não tinha um horário marcado com precisão. Logo depois do almoço, lá por volta das 14h30min horas tocam a campainha de minha casa, vou atender e quase tive uma síncope.
Estava em minha frente um verdadeiro deus de Ébano. Um homem negro, mas daqueles que até brilham em contato com o Sol de tão negra que era sua pele. O que costumo dizer que passou várias vezes na fila do tingimento antes de nascer, ou que e Deus não economizou na tinta ao pintá-lo. Com 1,90 de altura, 82 kg, aparentando ter uns 30 anos, cabeça raspada com máquina um, barba bem feita, peitoral largo, braços fortes, camisa escura aberta até a metade, deixando à mostra aquele peito devidamente esculpido em academia e uma calça jeans apertada e tão justa que parecia de aquelas usadas pelos cantores sertanejos que delineava seus membros inferiores e realçava aquele imenso volume entre as suas pernas. Estava pasmo com tamanha beleza. Sua voz macia e suave tirou-me do transe em que fui jogado e pude ver que ele apertava seu pau por cima da calça com uma expressão safada estampada em seu rosto deixando a mostra aqueles dentes branquinhos igual ao pessoal de comercial de creme dental.
– Boa tarde! Por favor o sr. Alexandre?
– Boa tarde! Sou eu mesmo. 
– Meu nome é Gilberto e eu sou o técnico que veio consertar a máquina.
– Ah, sim. Pode entrar. Por aqui por favor. 
Levei-o até onde estava a máquina. Eu ia à frente e ele logo atrás e, para provoca-lo, ia ajeitando a minha cueca que teimava em entrar em meu rego. Chegamos e lhe contei qual era o problema e Gilberto quis testar a máquina para verificar o problema. Colocamos a máquina para encher e ele pôde constatar o que estava acontecendo. Esvaziamos a máquina e ele me disse que era de fácil solução, que teria que trocar uma peça e que ele a tinha no carro, pois quando foi passado o problema para ele, já providenciaram uma peça para a troca caso fosse necessário. Gilberto foi até o carro e retornou com a peça. Ele desmontou a máquina e fez a troca. Eu elogiava a competência da assistência técnica, dizia que nunca tinha visto algo parecido que normalmente, o técnico viria fazer a visita, diagnosticava o problema, dava uma solução para ele e retornava outro dia para terminar o serviço. Gilberto me diz que esse sistema que eles utilizam visa somente a satisfação do cliente e que, só em último caso, é que eles retornam depois para fazer o reparo quando realmente não pode ser feito na residência do cliente. Mas que aquele problema era de fácil solução. Que esse modelo de máquina sempre dava esse problema. 
Conversamos bastante enquanto Gilberto fazia seu serviço até que surgiu o assunto sobre sexo. Ele me disse que era casado e que a mulher dele tinha dado a luz ao seu primeiro filho e que estava naquele período de resguardo pós-parto, mas como ele adora sexo, só estava na punheta há dias e que não estava adiantando se masturbar de uns tempos para cá. Que o que ele estava precisando era de uma buceta para meter. Nisso ele me mostra o resultado de dias de abstinência sexual.
– Olha como eu fico só em falar disso.
– Caralho! Você realmente deve estar na seca! Só de falar você já está assim… 
– Eu sei que posso ir a um puteiro me satisfazer, mas sabe como é, gastaria muito com isso já que eu tenho que trepar todo dia e eu não posso gastar muito agora devido ao meu filho que acabou de nascer e estou gastando muito com fraldas. 
– Sei como é. Criança dá um gasto enorme mesmo. Mas acho que tenho uma solução para seu caso.
– É. E qual seria?
– Se não quer ou não pode pagar pelos serviços de uma puta, será que você não conhece alguém em quem possa confiar para te aliviar?
– É difícil. Não conheço ninguém. E arranjar uma amante seria tão caro quanto pagar uma puta. 
– É verdade. 
Daí eu me lembrei que ainda não tinha estreado meu ninho de amor. E que essa seria a oportunidade perfeita para isso. Eu tinha em minha casa um homem lindo, sensual, gostoso e na seca a alguns dias. Uma cama e meu cu estava louco para levar aquela pica. Cenário perfeito. Um ajudaria o outro.
– Se você quiser, eu posso te ajudar de outra maneira. Disse isso para Gilberto já passando a língua em meus superior e mordendo o lábio inferior.
– É… Vou adorar essa sua ajuda!
Começamos a nos beijar ali mesmo. Nos beijamos igual a dois machos fora de si, com volúpia, desejo e tesão. Nossas línguas se enroscavam em nossas bocas misturando nossas salivas. Como nossos corpos estavam ardendo de tanto tesão, fomos para meu quarto onde continuamos a nos explorar nossas bocas com nossas línguas e nos despimos. Praticamente arrancamos nossas roupas de nossos corpos ficando completamente nus, onde pude finalmente vislumbrar aquele pau negro lindo, duro, apontando para o céu, macio, grosso, de uns 24 cm com uma cabeça rombuda, brilhante, babando, um saco enorme com duas bolas enormes e pesadas, com pentelhos devidamente aparados. Não resisti, me ajoelhei na frente daquele macho tesudo e comecei a lamber a baba que escorria daquela vara e passar a língua na cabeçona. Ele pulsava o pau e eu sentia na boca que a cada latejada saía mais melzinho daquela vara deliciosa. Abocanhei aquele mastro e Gilberto gemia de tesão.
– Aaaiiiiiii, que delícia!!! Chupa meu pau, seu safado….. Assim….chupa o seu macho!!! Lambe meu saco…engole minhas bolas, puto safado… Isssssssssssss, aaaiiiii, gostoso!
Mamei bastante aquele caralho como a algum tempo não mamava. Depois de um tempo eu chupando aquela rola, Gilberto me levanta e me beija agradecendo aquela mamada que eu dei nele, um beijo de prazer. Me vira de costas para ele e aprecia minha bunda depilada, lisinha. Passa as suas mãos e aperta as minha nádegas afastando-as e deixando à mostra meu cu. Não resistindo mais àquela visão, Gilberto se abaixa e começa a beijar minha bunda, a passar sua língua no meu rego e a chupar meu cuzinho. Eu ia à loucura com sua boca explorando minha bunda e sua língua deflorando meu cu que a essa altura já estava piscando implorando por rola. 
– Aaaaaaahhhhhhh….. gostoso! Isso, chupa meu cu meu macho! Chupa o rabo de sua putinha safada!!!
Gilberto chupava, lambia, socava sua língua no meu cu, enfiava um dedo, depois dois, três dedos enquanto eu delirava de prazer. Que maravilha de cunete. Depois, Gilberto sentou na cama com as pernas abertas e uma cara de puto safado me mandou mamar. Comecei a passar a língua nas suas bolas. Ah! Que bolas deliciosas e que saco cheiroso. Coloquei as duas bolas na boca e fiquei passando a língua. Ele ficou maluco e mandou engolir o seu cacete inteiro.
Coloquei a rola quase inteira na boca e engoli o quanto deu, mas eu me engasgava, porém ele queria que eu engolisse até encostar as bolas nos meus lábios. Resisti, mas ele começou a ficar mais enérgico e passou a me chamar de macho filho da puta. Que eu era seu macho, mas que também era sua puta e faria com ele tudo o que o meu macho mandasse. Eu me excitava cada vez mais com Gilberto. Até que nos deitamos na cama e fizemos um delicioso 69. Enquanto eu me deliciava com aquela piroca rombuda, meu macho se acabava com meu cu deixando-o encharcado de tanta saliva.
Depois de muito ser chupado, ele se levantou e me mandou ficar de quatro que ele ia me mostrar como um macho faz quando acha outro que gosta da levar pica. Com aquelas mãos imensas afastou bem as minhas nádegas pra deixar o meu cuzinho bem a mostra e meteu a língua lá dentro. Ao mesmo tempo em que me fodia com a língua ele alisava as minhas bolas e também chupava a minha vara por trás. Fui relaxando e aí ele veio com a cabeça do pau e começou a pincelar a portinha do meu cu que já estava todo molhado e piscando pedindo para ser fodido. Fui ao delírio, doeu pra caralho! Mas resisti, aguentei bravamente àquele verdadeiro estupro. A cabeça daquele cacete era muito grande. Senti quando ela entrou estourando meu anel pedindo passagem para o resto daquela trolha.
Pedi para ele parar e não enfiar mais, pois doía demais. Ele apenas me abraçou e começou a lamber a minha orelha e dar umas mordidas de leve no meu pescoço. Fiquei louco e comecei a rebolar na vara dele, forçando a minha bunda contra o seu pau.
Poucas bombadas depois eu já não sentia dor, sentia apenas tesão. Pedi pra ele meter com força… socar com vontade.
– Mete gostoso, fode esse cu feito macho! Soca essa porra que nem homem… coloca essa pica gostosa com força… Isso, caralho! Assim…. vai mete, porra!
Eu sentia aquele cacetão entrando e saindo num barulho frenético de um cu já estourado com as suas bolas batendo nas minhas e seus pentelhos encostando na minha bunda. Gilberto fodia meu cu com tanto desejo e tesão que revelava que a muito tempo não metia sua jeba num buraco quente e gostoso.
Estava pra gozar e pedi pra ele me comer de frango assado, minha posição favorita pois assim posso ver o desejo e tesão estampado no rosto de meu parceiro, ele segurou as minhas pernas com foça deixando meu rabo bem aberto e veio com seu pau duro e foi colocando agora sem mais encontrar resistência devido meu cu já estar laceado por aquele pau. Vi seus olhos virarem quando entrou tudo. Aí ele começou a me foder e a me beijar. Não resisti, gozei muito em minha barriga batendo uma deliciosa punheta! Saiu fortes jatos de porra bem grossa e farta.
Ele vendo aquela cena acelerou os movimentos e disse que iria encher o meu cu de leite. Nossa, seu cacete parece que ficou mais grosso, começou a latejar e ele estremeceu o corpo inteiro e urrando de tesão.
– Filho da puta, vou te dar meu leite… vou encher seu cu agora!!!! Ahhhhhhhhhhhh, porra!!!!!! Vou gozar, caralho!!!!!!!! Vou gozaaaaaaaaaaaaarrrrrrr……aahhh…. estou gozando!!! Que delícia encher seu rabo com meu leite, porraaaaaaaaaaaaa!!!!

Nesta hora senti o seu pau pulsando mais forte os jatos quentes de leite invadindo meu cu.
– Isso, meu macho!!!! Enche meu cu com seu leite….. goza em mim….. me faça um filho, gostoso. Quero engravidar de você.
Gilberto caiu em cima de mim cansado, exausto da nossa foda. Só tirou seu pau de dentro do meu cu quando amoleceu e eu pude sentir aquele leite de macho escorrer pelo meu rabo. Eu, literalmente, gozava pelo cu. Descansamos um pouco, nos refazemos de nossa brincadeira e fomos tomar um banho. E, no banheiro, enquanto tomamos nosso banho, a rola de Gilberto começou a dar sinais de vida ficando dura novamente e eu não esperei que ele pedisse algo, me ajoelhei e comecei a chupá-la novamente, lambia seu saco e engolia suas bolas. Gilberto gemia. Em seguida aquele deus de Ébano me coloca encostado na parede do banheiro, eu empino minha bunda e Gilberto enfia sua rola deliciosamente. Que delícia ser comido por um macho viril feito aquele homem e sentir a água morna do chuveiro cair em nossos corpos. Ficamos assim, engatados um no outro até que sinto aquela jeba aumentando de volume anunciando que o gozo estava próximo. Falei para Gilberto que queria receber seu leite na boca. Ele soca mais uma vez, retira seu pau do meu cu, eu começo a chupar sua pica e sinto os jatos de porra dentro da minha boca. Bebo tudo até a última gota sem desperdiçar nada, continuo a chupar limpando todo o leite restante. Nos beijamos novamente e saímos do banheiro, Gilberto se veste e vai embora agradecido pela ajuda que dei a ele para solucionar o problema sexual dele. 
Se gostaram, comentem. Para aqueles que quiserem fazer parte de mais experiências prazerosas como essa, entre em contato. Quem sabe você possa ser o próximo a protagonizar novas aventuras…

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